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Brasil
12/08/2008 - 14h28

Alckmin pega ônibus em horário de pico para fazer "pesquisa de campo"

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THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online

Sem avisar a imprensa e acompanhado de poucos assessores, o candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB, ex-governador Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira que fez um percurso de ônibus na região sul da cidade em direção ao centro para fazer "pesquisa de campo".

Segundo o candidato, o ônibus lotado o obrigou a viajar em pé durante todo o percurso. Ele afirmou que o desconforto provocado pela lotação só não foi pior do que o tempo da viagem. "Fui até o largo São Francisco e deu duas horas e dez [minutos]. A rigor, quando chove ou tem algum acidente isso passa de três horas."

Alckmin --que disse ter acordado às 4h para conseguir tomar o ônibus das 6h-- também afirmou ter aproveitado a viagem para ouvir a opinião a respeito dos problemas da cidade. Uma das reclamações diz respeito à nova duração do bilhete único, que passou de duas para três horas. "Ouvi da população que isso não vale para o bilhete empresa. O que as pessoas querem é que o tempo de viagem seja mais curto."

O tucano também afirmou que esta não foi a primeira vez que utilizou o meio de tranporte, considerado por ele como uma das soluções para o problema de trânsito na cidade. "Quando teve o dia sem carro eu não pus o pé no automóvel", disse o candidato, que contou ter utilizado ônibus na ocasião, mas admitiu também ter usado táxi.

Metrô

Depois do trajeto de ônibus, ele usou o metrô para sair de um compromisso de campanha no centro da cidade e ir até o bairro do Ipiranga. Alckmin embarcou na estação São Joaquim, na Linha 1 (Azul) e desceu na estação Alto do Ipiranga, na Linha 2 (Verde), para fazer campanha na região.

A reportagem entrou em contato com a Secretaria Municipal de Transporte e a SPTrans (empresa que gerencia o transporte público na capital) para comentar o "teste" feito pelo tucano, mas até agora não obteve retorno.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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