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Brasil
13/08/2008 - 09h11

Desembargador vota por prosseguir ação contra Ustra

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da Folha de S.Paulo

O desembargador De Santi Ribeiro, da 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, votou ontem pelo prosseguimento da ação movida pela família do jornalista Luiz Eduardo da Rocha Merlino, morto durante o regime militar (1964-1985), contra o coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra.

A família quer que a Justiça declare a responsabilidade do militar na morte do jornalista, aos 23 anos, em 1971, no interior do DOI (Destacamento de Operações de Informações), que era comandado por Ustra.

Com a decisão de ontem, fica empatada a votação. Na semana passada, o desembargador Luiz Antonio de Godoy acolheu o recurso iniciado por Ustra e votou pelo arquivamento da ação aberta pelo juiz estadual Carlos Henrique Abrão, da 42ª Vara Cível. O terceiro juiz, Elliot Akel, irá se manifestar na próxima terça-feira.

Ontem, a irmã do jornalista, Regina Merlino de Almeida, 64, e a ex-companheira dele, Angela de Almeida, 69, que iniciaram a ação, participaram de uma manifestação em frente ao tribunal. "Podem se passar 60 anos, a gente nunca esquece. Ainda me emociono", disse Regina, com lágrimas nos olhos.

A ação não julga crime nem indenização, mas uma declaração sobre a participação do coronel na morte do jornalista.

Em 2005, cinco membros de uma mesma família iniciaram a primeira ação declaratória contra Ustra, acusando-o de participar de tortura no DOI. O caso está em andamento.

O militar nega participação em torturas e mortes e afirma que a Lei da Anistia (1979) valeu para militares e terroristas.

Comentários dos leitores
claudia pessoa (38) 20/10/2009 06h53
claudia pessoa (38) 20/10/2009 06h53
ESSE É O CARA!!!!!
HAHAHAHAHAHA.....
sem opinião
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Alcides Emanuelli (1781) 20/10/2009 00h20
Alcides Emanuelli (1781) 20/10/2009 00h20
Esse procurador deve estar sofrendo de algum tipo de disturgio das mãos, se for tirar algo tipo um raio X do nosso Presidente vai aparecer as mãos do procurador gravadas no corpo de nosso Presidente.
Bem SR. Procurador o seu papel é julgar a corrupção e a aposentadia de quem já ganha muito em outras aposentadorias mais o dinheiro da Presidencia vitalicia do PT, não tem necessidade disso.
Vou lhe contar uma triste histórinha, minha mãe se aposentou com tres salarios minimos a mais ou menos 22 anos atras hoje ela ganha 695,00, veja bem Sr. Procurador, ela pagou para se aposentar e o dinheiro dela e de outros aposentados que estão precisando com mais de 80 anos é transferido para ganha um monte de aposentarias, são aposentarias e premios por todos os lados.
Dizem que o filho do Presidente comprou uma fazenda chamada de fortaleza por 50 milhões, eles ganhava 1.500,00 reais por mes e conseguiu com suas economias comprar essa fazenda.
Será que o Pai dele não ajudou com as economias das aposentadorias.
Com tudo isso sinto vergonha de ser brasileiro, ou se não tenho vergonha de ser brasileiro tenho nojo de ter pessoas desse tipo como o Sr. Procurar vivendo com o meu dinheiro.
É dificil aceitar isso tudo assim, ainda por cima temos a violência que o Sr. não faz nada e nosso Presidente assiste a tudo a 7 anos, deixando chegar aos limites da destruição social.
sem opinião
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Carlos José dos Santos (467) 19/10/2009 19h53
Carlos José dos Santos (467) 19/10/2009 19h53
"Procurador diz que aposentadoria de anistiado concedida a Lula é legal"
Claro que é. Ilegal e criminoso é o benefício dos aposentados que foi lesado pelo FHC e confirmado pelo novo Governo.
2 opiniões
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