Câmara fecha acordo para votar 20 matérias de consenso
RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-S), desistiu nesta quarta-feira de fechar o cronograma de votações para a última semana do mês e de setembro e a definição sobre o recesso branco. Sem acordo nas últimas reuniões, o petista mudou de estratégia: definiu apenas as pautas para hoje e da semana que vem na Casa.
Por consenso, os líderes partidários fizeram acordo sobre 20 itens que são apontados como sem dificuldades de aprovação.
A polêmica votação da PEC (proposta de emenda à Constituição) das MPs (medidas provisórias) que muda o rito de tramitação das medidas ficou para depois do 1º turno das votações das eleições municipais.
Já na lista das 20 propostas, definidas hoje, estão a opção de ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses para as empresas que se interessarem; complementação da Lei Kandir e mudanças na cobrança do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), além da lei geral do turismo, entre outras propostas.
Apesar do fracasso no esforço de fechar o plano de trabalho para o período que antecede as eleições municipais, Chinaglia disse que estava "feliz" e que havia o que comemorar. "A cada dia nós temos que resolver o que se apresenta. A paralisação [que estava a Câmara] com obstrução e falta de acordo, por exemplo [tinha de ser revolvido]. Hoje só quero comemorar", disse o petista.
Pesca
O presidente da Câmara reiterou nesta quarta-feira que durante conversa com o ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais) informou que não há condições de votar --e consequentemente aprovar-- a MP da Pesca. A medida provisória cria novos cargos e ainda muda o status da secretaria para ministério.
Segundo Chinaglia, na conversa com Múcio afirmou que o ideal é o governo revogar a MP da Pesca e enviar um projeto de lei com a proposta de criar o ministério e os novos cargos para o setor.
"Essa MP não é popular aqui na Câmara e, portanto, traz problemas", disse ele, reproduzindo o que teria comentado com Múcio.
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Especial


Eles fazem leis que serão aprovadas e colocadas em execução, o outro é o executor dessas leis e tambem tem o poder de legislar.
E começa a grande fanfarra das leis:
De incentivo ao esporte amador, de incentivo as ONGs, de incentivo a cultura, de incentivo a muita coisa que pode levar o dinheiro do povo brasileiro.
Nesse ponto entram as Estatais que estão sempre financiando uns e outros desses incentivos e desses esportes tidos como amadores com salarios mensais maiores muito maiores que o salario minimo.
O que nossos politicos fazem, são projetos para beneficiar todo um sistema corporativista que interage entre si.
E a Nação o povo coitado, fica na berlinda, fica de lado e exposto a todo o tipo de sorte que possa conseguir para sobreviver nessa onde de violência.
E o dinheiro vai saindo fazendo um mensalão aqui, outro mensalão ali, e muitos mensalões vão sendo construidos se transformando na maior industria do mundo com o produto sendo a corrupção.
Realmente tudo isso é vergonhoso e o pior é que ninguem faz nada para evitar tanta violencia contra a Nação brasileira.
E vem eleições, sai as eleições e o povo burro, comprado, manipulado, massa de manobra, vota sempre sa mesma cambada de safados, e eternamente essa vergonha toda se institucionaliza nos fazendo de refens dessa covarde atitude de um poder politico.
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Ou essa política radical ambientalista é para evitar a concorrência internacional no agronegócio? Enquanto eles aumentam suas áreas, mandam ONGs para doutrinar os brasileiros a não produzirem e eles permanecerem hegemônicos e mais ricos.
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