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Brasil
13/08/2008 - 17h59

Alckmin e Kassab discordam sobre participação da prefeitura no Rodoanel

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THIAGO FARIA
GISELLI SOUZA
colaboração para a Folha Online

Enquanto o prefeito e candidato a reeleição, Gilberto Kassab (DEM), começa a fazer do Rodoanel uma de suas bandeiras de campanha, o candidato Geraldo Alckmin (PSDB) acusa a prefeitura de nunca ter investido no sistema viário e defende outras formas de contribuição. Para o tucano, o governo municipal pode ajudar de forma mais eficaz na construção de vias de acesso ao Rodoanel.

"Se puder [investir no Rodoanel], ótimo. Agora, acho que a prefeitura pode fazer o acesso ao Rodoanel. Um exemplo é o encaixe da [avenida] Jacu-Pêssego por Mauá com o trecho sul do Rodoanel", afirmou Alckmin nesta quarta-feira durante campanha no bairro do Cambuci (região central de São Paulo)

Ontem, em evento de campanha, Kassab usou as obras do Rodoanel para alfinetar seu adversário na disputa eleitoral. O prefeito ignorou a gestão Alckmin no Palácio dos Bandeirantes ao se referir às obras, insinuando que o tucano não contribuiu durante sua gestão (2001-2006).

Kassab afirma que a atual gestão, por meio de parcerias com o governo estadual, acelerou as obras do trecho sul. "Fizemos a nossa parte na questão ambiental. A gestão anterior [PT] deixou totalmente paralisada essa questão e nós resolvemos todas as pendências, com contrapartidas no município".

Sobre os investimentos futuros, o democrata reafirmou que se reeleito, ajudará o governador José Serra (PSDB) na expansão do trecho leste. "As questões do trecho sul já foram equacionadas pela atual gestão. Com o apoio da prefeitura, poderemos entregar as obras do trecho leste mais rápido".

Contribuições

Já Alckmin afirma que a prefeitura nunca investiu no Rodoanel. Segundo o tucano, um contrato assinado durante a gestão Celso Pitta (1997-2000) obrigava a prefeitura a contribuir com 25% do valor da obra. O Estado arcaria com 50% e o governo federal com os outros 25%. "[A prefeitura] nunca colocou nenhum centavo e o Estado teve que assumir a parte da prefeitura, nós assumimos", disse Alckmin, rebatendo as insinuações de Kassab de que ele não teria ajudado na obra.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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