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Brasil
13/08/2008 - 21h24

Falha no sistema do TSE gerou erros na divulgação de contas parciais de candidatos

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colaboração para a Folha Online

Uma falha no sistema operacional do site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) gerou erros na divulgação da prestação de contas parciais dos candidatos a prefeito e a vereador nesta terça-feira (12), informa o tribunal. Devido ao erro, alguns relatórios com as receitas e despesas dos candidatos teriam sido atribuídos a outros concorrentes e comitês, gerando confusões na divulgação.

De acordo com a assessoria, o erro foi verificado pelos próprios candidatos, que notificaram o TSE sobre a falha. O tribunal informou ainda que a falha foi corrigida no final da tarde de ontem, e que a divulgação já foi normalizada.

A prestação de contas foi divulgada pelo TSE com quase uma semana de atraso, --a previsão era que os dados fossem divulgados até as 21h da última quarta-feira (6), prazo final para que os candidatos e comitês entregassem aos cartórios eleitorais seus relatórios-- devido a uma sobrecarga de dados. O próximo relatório parcial deverá ser entregue em setembro.

Com a falha, alguns candidatos tiveram os valores das despesas divulgados como receitas --e vice-versa. Outros tiveram suas contas trocadas com a de adversários ou candidatos de outros municípios. O erro não era perceptível ao internauta comum, já que as informações gerais sobre os candidatos --nome, coligação, partido e município-- estavam corretas.

De acordo com o tribunal, o sistema já voltou ao normal e as informações disponíveis no momento estão corretas.

Devido ao grande volume de informações, no entanto, alguns relatórios ainda não foram incluídos no site do TSE. É o caso do relatório do candidato à Prefeitura de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), que até as 21h desta quarta-feira ainda não havia sido publicado. Segundo a coordenação de campanha do tucano, Alckmin foi o primeiro candidato a entregar sua prestação de contas parciais.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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