Publicidade

Publicidade
Brasil
15/08/2008 - 14h28

Vice-governador do Rio rejeita envio de Forças Armadas para dar segurança às eleições

Publicidade

ANDRÉ ZAHAR
colaboração para a Folha Online, do Rio

O vice-governador do Rio Luiz Fernando Pezão minimizou nesta sexta-feira os incidentes sofridos por candidatos e jornalistas durante campanha eleitoral em favelas. Em cerimônia no morro do Cantagalo com o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), Pezão se opôs ao envio de forças federais, autorizado ontem pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Cabral não participou do mesmo evento para se reunir com o secretário de Segurança, José Beltrame, e decidir se o governo vai pedir as tropas militares.

Pezão reclamou de uma suposta "exploração eleitoral" pelos candidatos impedidos de fazer campanha nas favelas. "Pode ter um caso [de intimidação], mas são mais de mil candidatos. Não é todo mundo", disse. "Acho a eleição tranqüila. O que acontece é que muitas comunidades cansaram da classe política. Elas não se sentem representadas por candidatos que sempre tiraram votos e não retornaram benefício nenhum. Elas estão se organizando, querem ter representantes", afirmou.

O vice-governador afirmou que não vê necessidade de envio de tropas militares para garantir a segurança nas eleições. "O governador já pediu duas vezes a ajuda das Forças Armadas, pediu que patrulhassem em volta dos seus quartéis... Mas [o reforço de tropas militares] só para a eleição é uma exploração política, a gente não precisa. Eu não acredito que o governador vai pedir só para as eleições. Eu sou contra."

Comandante da PM

Também presente no evento, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Gilson Pitta Lopes, expressou que a posição da corporação é a mesma do governo do Estado. "Estaremos abertos a todo e qualquer apoio", afirmou.

Segundo Pitta, o possível reforço de forças federais não demonstraria a incapacidade da PM em garantir a segurança do pleito. "A corporação sempre está pronta, mas se o escalão superior do governo perceber alguma necessidade, estaremos abertos a trabalhar de maneira conjunta."

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
avalie fechar
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
avalie fechar
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (8158)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca