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Brasil
19/08/2008 - 15h38

TRE-GO julga recursos de candidatos à Prefeitura de Goiânia; apenas Iris está na disputa

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PAULO SALDAÑA
colaboração para a Folha Online

Tramita no TRE-GO (Tribunal Regional Eleitoral) de Goiás recurso dos três candidatos à Prefeitura de Goiânia que tiveram os registros rejeitados pela Justiça Eleitoral. Até decisão contrária do tribunal, apenas o prefeito Iris Rezende (PMDB), candidato à reeleição, está apto para a disputa.

A Justiça Eleitoral negou na semana passada o registro para Sandes Júnior (PP), Gilvane Felipe (PPS) e Martiniano Cavalcante (PSOL). A previsão do TRE-GO é de que os recursos sejam julgados nesta semana.

Apesar de o site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informar o registro da candidatura de Sandes Júnior, o TRE-GO afirmou hoje à Folha Online que o recurso do candidato ainda aguarda julgamento.

A coordenação da campanha de Sandes Júnior --que teve o registro negado por problema na ausência de filiação partidária de seu vice, Guilherme de Freitas-- informou que o candidato nunca se desfiliou do partido (PTN). De acordo com a campanha, o nome de Freitas não constava, por um erro, na última lista enviada pelo partido à Justiça Eleitoral.

Gilvane Felipe (PPS) informou no pedido de recurso encaminhado ao TRE-GO que se desligou do gabinete do senador Marconi Perillo (PSDB-GO) um mês antes do prazo para disputar a eleição --a Justiça Eleitoral indeferiu a candidatura de Felipe afirmando o contrário. Felipe ainda apresentou comprovante de escolaridade, que também não constava na prestação de contas ao juiz eleitoral.

O candidato Martiniano de Carvalho, que também entrou com recurso no TRE-GO, disse que
a Justiça Eleitoral não pode questionar procedimentos internos do partido. A candidatura do candidato do PSOL foi indeferida porque a Justiça entendeu que havia um erro na ata da convenção do partido que aprovou o nome de Carvalho para a disputa.

Caso o Tribunal Regional recuse o pedido dos partidos, ainda caberá aos candidatos recorrerem ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Enquanto couber recurso, os candidatos podem dar continuidade a todos os atos de campanha, inclusive veicular propaganda no Horário Eleitoral Gratuito.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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