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Brasil
19/08/2008 - 18h27

Executiva nacional do PSDB já descarta reconciliação do partido em SP

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WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para a Folha Online

A Executiva Nacional do PSDB já descarta a possibilidade de reconciliação no partido em São Paulo, apurou a Folha Online. Sem esperança de que a bancada de vereadores da sigla apóie integralmente a candidatura a prefeito do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), as cúpulas nacional e municipal da legenda trabalham para evitar discussões públicas entre as partes para não prejudicar a candidatura tucana.

Até agora, apenas quatro dos 12 vereadores da bancada decidiram fazer campanha para ele e até gravaram o programa eleitoral de Alckmin: Gilson Barreto, José Rolim, Mara Gabrilli e Tião Farias.

O restante só pretende embarcar na campanha se Alckmin for para o segundo turno e desde que ele não enfrente o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), que busca a reeleição e é apoiado pela bancada tucana.

As negociações entre a Executiva do PSDB e os dissidentes da legenda já se esgotaram. A cúpula do partido trabalha agora para acalmar os ânimos e evitar discussões públicas entre as partes para evitar um desgaste maior na candidatura tucana. A Folha Online apurou que os vereadores se sentem contrariados porque não teriam sido ouvidos, apesar de serem eles os principais representantes do partido em São Paulo nos últimos anos.

Desespero

Segundo interlocutores, os coordenadores de campanha de Alckmin ainda não estão desesperados com a queda de cinco pontos percentuais do ex-governador em relação à ultima pesquisa Ibope de intenções de voto --o tucano caiu de 31% para 26%. Eles avaliam que o período eleitoral passa a valer com o início do horário eleitoral gratuito, que começou nesta terça-feira.

Mas os tucanos acreditam que a situação de Alckmin pode ficar dramática se o resultado dessa pesquisa se repetir na próxima. O ex-governador poderia terminar desmoralizado no partido, já que se trata da segunda eleição consecutiva que ele compra briga.

Em 2006, ele disputou com o atual governador de São Paulo, José Serra (PSDB), a indicação para disputar a Presidência da República. Ganhou a queda-de-braço com Serra, mas perdeu a disputa para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se reelegeu. Neste ano, Alckmin enfrentou mais uma vez os partidários de Serra para disputar a eleição municipal, que defendiam uma aliança em torno de Kassab.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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