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Brasil
21/08/2008 - 19h04

Tarso Genro diz que Forças Armadas terá presença "preventiva" no RJ

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ANDRÉ ZAHAR
colaboração para a Folha Online

O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse hoje que as Forças Armadas terão uma presença preventiva e não um papel de segurança pública nas ruas durante as eleições no Rio de Janeiro.

"Será uma presença preventiva para causar uma sensação de segurança e dar tranqüilidade à população. Elas precisam saber que estão abrigadas para transitar livremente nas eleições", afirmou o ministro.

De acordo com Tarso, a organização da ação será comandada pelo ministro da Defesa (Nelson Jobim) e pelos presidentes do TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio de Janeiro, Roberto Wider, e o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Carlos Ayres Britto.

"Eles irão definir quantos homens estarão envolvidos e como será a ação das Forças Armadas", afirmou.

Sobre a chacina na favela do Barbante, em Campo Grande (zona oeste) --que fez sete mortos ontem-- ter motivação eleitoral, Tarso Genro se esquivou.

"A polícia federal e a local irão trabalhar junto. Temos que esperar as investigações. Não dá para tirar nenhuma conclusão", disse.

As declarações foram feitas durante uma reunião a portas fechadas na tarde de hoje, no Palácio Guanabara, entre o ministro Tarso Genro e o governador Sérgio Cabral (PMDB).

Tarso foi ao Rio de Janeiro somente para a reunião com Cabral e logo em seguida embarcou para Porto Alegre.

PAC da Segurança

Sobre os investimentos no Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), o ministro disse que o Rio de Janeiro é o "estado que tem melhor investido as verbas do programa". "De um total de R$ 120 milhões liberados pelo governo federal, R$ 30 milhões foram destinados ao Rio", disse.

O Pronasci é considerado o maior programa de segurança pública financiado com verbas federais, com previsão de investir R$ 6,7 bilhões até 2012 - R$ 483 milhões deles ainda neste ano.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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