Brasil
21/08/2008 - 23h09

Após Kassab, Alckmin vai à missa de padre Marcelo ao lado de Lu e Chalita

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THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online

Uma semana após o prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM), ganhar bolo e parabéns na missa do padre Marcelo Rossi, hoje foi a vez de o candidato Geraldo Alckmin (PSDB) comparecer ao Santuário do Terço Bizantino, em Santo Amaro (zona sul), para acompanhar a celebração do padre.

Acompanhado de sua mulher, Lu Alckmin, e do ex-secretário de Educação do Estado e candidato a vereador Gabriel Chalita (PSDB), Alckmin sentou em uma cadeira ao lado do altar, bem perto de onde padre Marcelo e o bispo dom Fernando Antonio Figueiredo celebravam a cerimônia.

Durante a missa, que foi dedicada aos relacionamentos, Alckmin foi chamado para fazer a primeira leitura. O santuário, que tem capacidade para 25 mil pessoas, estava quase todo lotado.

Assim como Kassab, Alckmin negou que a visita tenha algum fim eleitoreiro e também negou o apoio do padre. "Não tem nada a ver com a questão eleitoral, eu venho aqui periodicamente", afirmou Alckmin.

Apesar da negativa, a equipe de campanha do candidato gravava todos os momentos do ex-governador no altar e correligionários distribuíam panfletos na porta do santuário.

Dívida

Após a missa, Alckmin comentou reportagem da Folha que informa sobre uma dívida de R$ 98 milhões que ele teria deixado nos cofres do Estado.

Segundo o candidato, ele seguiu, na época, orientação da Procuradoria Geral do Estado baseada em uma liminar do STF (Supremo Tribunal Federal) para desobrigar o Estado a repassar aos cofres da União a contribuição para o Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público). A dívida, no entanto, surgiu quando o próprio STF julgou improcedente a lei sancionada por Alckmin.

"Há um principio de não tributação de um ente federativo por outro. Não tem muito sentido você ter que pagar ao governo Federal", afirma o ex-governador. Ele defende que a prefeitura também não faça o repasse e invista o valor em cursos de aperfeiçoamento para seus funcionários.

Para que isso seja feito, o candidato diz confiar em uma emenda constitucional, que ainda está sendo analisada pelo Senado, para que os órgãos públicos não tenham mais a obrigação do repasse do recurso.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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