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Brasil
23/08/2008 - 08h57

Campanhas em SP reduzem número de comitês para economizar

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WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para a Folha Online

Com candidaturas cada vez mais caras, os coordenadores de campanha dos principais candidatos a prefeito de São Paulo decidiram economizar improvisando os comitês ou mesmo diminuindo o número deles. Para algumas campanhas, a própria importância do comitê diminuiu nos últimos anos.

"Nos comitês, os militantes ajudam a levar as propostas do candidato majoritário nas regiões em que eles foram montados", afirmou o prefeito da cidade e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM), ao inaugurar seu 10º comitê, na Lapa, zona oeste da cidade.

Para a maioria das campanhas, no entanto, não vale mais a pena investir nos comitês, como acontecia em eleições anteriores. Segundo os coordenadores, a manutenção de um comitê na periferia gira em torno de R$ 13 mil por mês. Em endereços centrais, como na avenida 9 de julho, esse valor pode passar dos R$ 30 mil.

Antes, os comitês valiam a pena porque era mais barato organizar comícios e showmícios na região em que eles aconteciam. Mas segundo Jesse Ribeiro, coordenador de campanha do candidato Paulo Maluf (PP), os comícios "caíram de moda". "Só os eleitores do candidato vão ao comício e os showmícios, que atraíam muita gente, foram proibidos."

A campanha de Maluf só conta com um comitê, que fica na Vila Maria. A de Kassab --a mais rica-- ainda deve inaugurar alguns. "Nossos organizadores estão avaliando os pedidos", disse o prefeito-candidato.

O coordenador da candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB), deputado federal Edson Aparecido, disse que sua campanha dispõe do "comitê central, onde se organiza o programa, um comitê de mobilização, onde os militantes são convocados a participar da candidatura do ex-governador, e de nove comitês regionais espalhados pela cidade". Para gastar menos, os tucanos criaram "dezenas" de comitês domiciliares, montados na casa dos próprios militantes.

De acordo com a assessoria da ex-prefeita e candidata Marta Suplicy (PT), sua campanha aproveitou os 37 diretórios zonais do partido e os transformou em comitês eleitorais.

Sem a mesma função desempenhada anteriormente, alguns comitês acabaram servindo apenas para "desocupados", afirma o coordenador de Maluf. "Hoje, comitê é onde pára gente sem ter o que fazer."

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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