Brasil
24/08/2008 - 14h18

Campanha de Alckmin terá "mutirão" nas ruas, diz coordenador

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MARINA NOVAES
colaboração para a Folha Online

Um dia após a divulgação da pesquisa Datafolha que mostrou queda de oito pontos para o candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, Geraldo Alckmin, o PSDB fala agora em fazer "mutirões" pela cidade. Segundo o coordenador da campanha, deputado Edson Aparecido (PSDB), um grupo de militantes da coligação intensifica o corpo-a-corpo nas zona sul e leste neste domingo.

"Nós estamos esperando a campanha aquecer para intensificar o trabalho nas ruas", disse o deputado, que acompanhou Alckmin em um culto na igreja batista Boas Novas na manhã deste domingo na Vila Zelina (zona leste).

Ontem, ao comentar o resultado da pesquisa Datafolha, Alckmin já havia antecipado que sua campanha nas ruas iria ser intensificada.

De acordo com Aparecido, a partir de hoje, todos os finais de semana até o dia das eleições, cerca de 2.000 pessoas deverão divulgar a candidatura tucana em pontos espalhados pela cidade. "E vão ser militantes, não pessoas pagas", disse o deputado.

Reportagem publicada na edição deste domingo da Folha informa que o DEM e o PT, adversários de Alckmin na disputa municipal, travam uma guerra de visitadores pagos para angariar votos.

Venda de porta em porta

Em entrevista, Alckmin também destacou que a campanha de rua deverá ser realizada por militantes. Ele também criticou o uso massivo de cabos eleitorais pagos. "Eu não vou transformar eleição em venda de porta em porta. Eleição é um processo político, processo de convencimento", disse Alckmin.

De acordo com Aparecido, além do "mutirão" da militância, cerca de 500 correligionários dos 52 diretórios zonais do PSDB na cidade também deverão intensificar o boca-a-boca com os eleitores nas ruas. Além disso, a coordenação de campanha pretende criar "minicomitês" nos 93 distritos de São Paulo.

Três turnos

Sobre o crescimento de Gilberto Kassab (DEM) na última pesquisa Datafolha --passou de 11% para 14%-- Aparecido atribuiu o resultado ao fato de a campanha adversária ter se preparado com antecedência em comparação à campanha tucana. "A campanha do Geraldo [Alckmin] tem três turnos. No primeiro turno, ele venceu e lançou sua candidatura pelo partido, o segundo é agora e o terceiro será contra o PT", afirmou o deputado.

De acordo com o coordenador, o desafio do partido neste momento é divulgar a candidatura de Alckmin. Os tucanos dizem acreditar que o ex-governador é conhecido, mas sua candidatura ainda não.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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