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Brasil
26/08/2008 - 15h55

Feldman se licencia de cargo para articular aproximação entre Kassab e Alckmin

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da Folha Online

O secretário municipal de Esportes de São Paulo, Walter Feldman (PSDB), se licenciou do cargo por dez dias, a partir desta terça-feira até o dia 4 de setembro.

Segundo a assessoria de Feldman, a licença não será remunerada e o tucano alegou motivos pessoais para deixar o governo. Ele vai articular a aproximação entre os candidatos Geraldo Alckmin (PSDB) e Gilberto Kassab (DEM) à Prefeitura de São Paulo para derrotar a petista Marta Suplicy no segundo turno.

Ontem, ele classificou como um erro político as críticas que o candidato tucano tem feito ao prefeito e candidato à reeleição. Para o tucano, os ataques vão dificultar a aproximação de ambos no segundo turno, caso um deles fique de fora da disputa.

"É um erro político um bater no outro. Isso irá dificultar uma aproximação no segundo turno", afirmou Feldman.

Com a queda nas últimas pesquisas eleitorais, Alckmin tem endurecido o discurso contra Kassab e sua gestão. O prefeito também tem feito críticas ao tucano ao comparar gestões. Segundo a última pesquisa Datafolha, divulgada no sábado, Marta está na frente com 41% das intenções de voto, contra 24% de Alckmin e 14% de Kassab.

O tucano acredita que Kassab vai para o segundo turno com Marta e, por isso, já conversa com o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), para discutir o assunto. "Independentemente de quem for [para o segundo turno], um vai ter que ter o apoio do outro", afirmou.

"Ele [Kassab] tem uma marcha muito mais forte que a do Alckmin. Tem maior espaço na TV e mais apoio [dos militantes] na rua. O Alckmin continua hoje com dificuldades operacionais na campanha", disse Feldman.

O tucano disse que sempre lutou para que a aliança PSDB-DEM fosse mantida para lançar apenas um candidato, o que não ocorreu. "Nós [PSDB] lutamos para que houvesse uma candidatura só. E nós dizíamos que se houvesse duas haveria um conflito. O que está acontecendo agora é o que nós já tínhamos imaginado", afirmou Feldman.

Na avaliação do tucano, o embate entre Alckmin e Kassab ajuda a candidatura de Marta. Sobre sua permanência no governo Kassab, Feldman disse que não pode deixar de elogiar a gestão da qual faz parte. "É uma condição intermediária. É igual a minha situação agora. Como eu posso deixar de elogiar o governo ao qual eu faço parte?", questionou.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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