José Múcio confirma envio de reajuste a 350 mil servidores ao Congresso
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
O ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais) confirmou nesta quarta-feira o envio até sexta-feira do reajuste nos salários de pelo menos 350 mil servidores públicos federais. Não se sabe ainda se o aumento será dado por MP (medida provisória) ou projeto de lei.
Apesar de reconhecer o excesso de MPs editadas pelo Executivo, Múcio disse que no caso do funcionalismo é necessário que o reajuste entre em vigor na data da sua publicação --o que é prerrogativa das MPs.
"Pela manifestação do presidente [da Câmara] Arlindo Chinaglia, não há problema na forma [de MP] porque há 54 categorias do funcionalismo nesse reajuste. Vamos encaminhar até sexta-feira. Cada vez que houver a necessidade de mandar medidas provisórias, vamos conversar com a Câmara. Precisamos fazer esse repasse [aos servidores]", afirmou Múcio.
A expectativa é que o governo encaminhe duas medidas provisórias que vão reajustar salários de 54 carreiras do funcionalismo federal. Mesmo com a pressão do Congresso contrária à edição de medidas provisórias, o governo acredita que os parlamentares terão disposição em votar o texto, uma vez que contempla carreiras que reivindicam aumento salarial.
As MPs devem finalizar as rodadas de aumentos salariais iniciadas em maio pelo governo --quando foram beneficiados cerca de 800 mil civis e 600 mil militares, incluindo aposentados e pensionistas. As MPs devem atingir cerca de 350 mil servidores civis.
Entre as carreiras que devem ser contempladas na medida estão aquelas consideradas "típicas de Estado" --como policiais federais, advogados da União, auditores fiscais, diplomatas e gestores. Nesse grupo, trava-se uma disputa pelo topo salarial do Executivo, hoje ocupado pelos delegados e peritos da PF, com R$ 19 mil mensais.
Outra MP deve ser voltada para categorias remanescentes, como servidores do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do Dnit (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes). O impacto estimado pelo governo para os reajustes é da ordem de R$ 11 bilhões anuais.
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Eles fazem leis que serão aprovadas e colocadas em execução, o outro é o executor dessas leis e tambem tem o poder de legislar.
E começa a grande fanfarra das leis:
De incentivo ao esporte amador, de incentivo as ONGs, de incentivo a cultura, de incentivo a muita coisa que pode levar o dinheiro do povo brasileiro.
Nesse ponto entram as Estatais que estão sempre financiando uns e outros desses incentivos e desses esportes tidos como amadores com salarios mensais maiores muito maiores que o salario minimo.
O que nossos politicos fazem, são projetos para beneficiar todo um sistema corporativista que interage entre si.
E a Nação o povo coitado, fica na berlinda, fica de lado e exposto a todo o tipo de sorte que possa conseguir para sobreviver nessa onde de violência.
E o dinheiro vai saindo fazendo um mensalão aqui, outro mensalão ali, e muitos mensalões vão sendo construidos se transformando na maior industria do mundo com o produto sendo a corrupção.
Realmente tudo isso é vergonhoso e o pior é que ninguem faz nada para evitar tanta violencia contra a Nação brasileira.
E vem eleições, sai as eleições e o povo burro, comprado, manipulado, massa de manobra, vota sempre sa mesma cambada de safados, e eternamente essa vergonha toda se institucionaliza nos fazendo de refens dessa covarde atitude de um poder politico.
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Ou essa política radical ambientalista é para evitar a concorrência internacional no agronegócio? Enquanto eles aumentam suas áreas, mandam ONGs para doutrinar os brasileiros a não produzirem e eles permanecerem hegemônicos e mais ricos.
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