Novo reitor da UnB deverá tomar posse em novembro
GISELLI SOUZA
colaboração para a Folha Online
O novo reitor da UnB (Universidade de Brasília) que substituirá o temporário, Roberto Aguiar, só será conhecido em setembro.
Apesar das eleições ocorrerem no próximo dia 17, a demora na confirmação do nome pelo ConsUni (Conselho Universitário) e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva devem atrasar o processo, informa o secretário de comunicação da UnB, Luiz Motta.
"Com a mudança do sistema eleitoral, para eleições paritárias [o voto dos professores, estudantes e funcionários passam a ter o mesmo peso] teve uma demora maior para a definição dos candidatos. Além disso, como o presidente é quem está assinando a posse, o novo reitor só será conhecido depois de um mês [da data de encerramento do período de transição, dia 15 de outubro]", afirmou Motta.
Como seis chapas de inscreveram para disputar o pleito, o segundo turno das eleições está previsto para o dia 24. Segundo alguns professores, alguns candidatos têm relação direta com o ex-reitor Timothy Mulholland.
Os candidatos à reitor da UnB nas eleições de setembro são os professores doutores: Márcio Martins Pimentel, da Geologia; José Geraldo Souza, do Direito; Volney Garrafa, da Odontologia; Jorge Antunes, da Música; Michelangelo Trigueiro, da Sociologia, e Maria Luisa Ortiz, da Letras.
A UnB tem cerca de 30 mil estudantes matriculados nos cursos de graduação e pós-graduação, 1.500 professores e mais 2.000 funcionários. Todos estarão aptos a votar, mas não há obrigatoriedade no ato, por isso o percentual de ausências costuma ser elevado.
A crise na UnB teve início com a saída do reitor Timothy Mulholland, acusado de uso indevido dos cartões corporativos no dia 14 de abril. A queda de Timothy foi motivada pela CPI dos Cartões Corporativos instaurada após as denúncias de uso indevido pelas universidades federais.
A UnB (Universidade de Brasília) liderava a lista de gastos, com R$ 1,35 milhão, seguida pela UFPI (Universidade Federal do Piauí), com R$ 402,8 mil, e pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), com R$ 291,2 mil.
Por conseqüência das denúncias de irregularidades, a Unifesp passa recentemente por uma crise interna com a queda do reitor Ulysses Fagundes Neto e de toda a equipe do gabinete.
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Pela lógica, as fichas para corrupção do PT vem da éra FHC ou Serra?
Uma equação um tanto estranha para justificar as falcatruas do PT.
A culpa é de Serra entao?
[]s
Eduardo.
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Ainda veremos muito tucano e demos pfl na cadeia e o povo paulista, mineiro, gaúcho pedindo desculpas por tamanha ignorância...!!!
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