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Brasil
28/08/2008 - 18h31

Em SP, campanha de Alckmin pede doações a eleitores pela internet

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THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online

Com a menor arrecadação parcial entre seus principais adversários na disputa pela Prefeitura de São Paulo, a campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) agora aposta na internet para tentar aumentar seus fundos. Em seu site, o candidato incluiu um link em que o interessado pode enviar a colaboração para a campanha tucana.

A idéia, segundo já afirmou a coordenação da campanha, é aumentar as alternativas para que o interessado possa fazer suas doações. Os tucanos dizem acreditar que criando mais formas de contribuição é possível aumentar a quantia arrecadada entre pessoas físicas, que muitas vezes querem contribuir mas não sabem como.

No site, a campanha frisa o fato de que a única forma de doação possível é por meio de depósito identificado. A recomendação, segundo o site, é uma exigência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Já prevendo certa dificuldade para conseguir colaboradores, desde o início Alckmin diz pretender realizar uma campanha "discreta e despojada". Nas ruas, é nítida a desvantagem do tucano em relação ao número de cabos-eleitorais da petista Marta Suplicy (PT) e do prefeito, Gilberto Kassab (DEM), candidato à reeleição.

Segundo reportagem da Folha, o ex-governador tem ajudado pessoalmente na parte financeira da campanha. Ele tem ligado para antigos colaboradores para tentar conseguir mais fundos.

A campanha também confirma que Sophia, a filha mais velha de Alckmin, tem enviado e-mails para seus conhecidos a fim de conseguir doações de qualquer valor.

Voluntários

Além da arrecadação via web, os tucanos também têm apostado na adesão voluntária de cabos-eleitorais.

Segundo afirmou nesta quinta-feira, 320 pessoas já se prontificaram a participar voluntariamente de um "mutirão" que o candidato pretende realizar na zona lesta no fim de semana.

A idéia, segundo Alckmin, é bater de porta em porta para pedir votos. A estratégia é parecida com a usada por Marta e Kassab. A diferença, no entanto, é que no caso dos dois as visitas são feitas por cabos-eleitorais pagos.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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