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Brasil
30/08/2008 - 13h28

"Mutirão" de Alckmin visita só uma casa na manhã deste sábado

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PAULO SALDAÑA
Colaboração para a Folha Online

O chamado "mutirão" da campanha tucana, cuja intenção era reunir cabos eleitorais e ir de casa em casa junto com o candidato a prefeito Geraldo Alckmin (PSDB), teve um início bastante tímido na manhã deste sábado.

Até as 12h apenas uma residência havia sido visitada pelo candidato na região de Guaianases (zona leste), onde fez campanha. Na casa, Alckmin ficou pouco tempo, entrou até a sala, cumprimentou a moradora, recusou o café e ganhou a promessa de voto.

Com as visitas porta-a-porta, o candidato pretende contrapor a ação dos chamados visitadores das campanhas petista e dos democratas, em que militantes passam de casa em casa pedindo votos.

Segundo a coordenação do partido, a idéia é intensificar as visitas no período da tarde em outros 30 pontos da zona leste. A estratégia de montar um mutirão tem como intenção forçar o embate entre petistas e tucanos, de acordo com a coordenação de campanha do PSDB.

Por isso, o partido escolheu intensificar a atuação na zona leste, região onde o presidente Lula também faria campanha em apoio a Marta Suplicy (PT). Nesta manhã, a atuação de Alckmin manteve a característica do corpo-a-corpo tradicional. Boa parte do tempo ele passeou sobre um jipe camuflado aberto e percorreu o comércio da região.

O candidato minimizou a presença de Lula na campanha petista. "Eu não acho que isso pode ter grande impacto. Todo mundo já sabe que o presidente Lula é do PT e que ele apóia a candidata do PT. Há meses ela vem tentando colar sua imagem ao presidente Lula. Eu vou colar minha imagem às pessoas, indo de casa em casa", disse.

Falando aos militantes, segundo Alckmin cerca de 600 voluntários, o tucano disse que não tem medo da força do PT, porque tem militância. "Vamos enfrentar uma máquina com aquilo que temos de melhor. Enquanto eles colam em candidato, nós colamos em vocês", disse.

Apesar de dizer contar apenas com voluntários, muitos dos cabos eleitorais admitiram à reportagem serem pagos para trabalhar na campanha.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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