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Brasil
01/09/2008 - 15h23

Polícia descarta envolvimento de milicianos no assalto ao comitê de Crivella

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ANDRÉ ZAHAR
colaboração para a Folha Online, no Rio

Ao contrário do que foi sugerido pelo candidato a prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (PRB), o inspetor da 17ª DP (São Cristóvão) Marco Antônio Carvalho não acredita no envolvimento de milicianos com o assalto ao comitê de campanha em São Cristóvão (zona norte). Em entrevista hoje à Folha Online, Carvalho também descartou que o caso seja investigado pela Polícia Federal. "Não se trata de crime eleitoral, foi um assalto", disse.

O crime ocorreu na manhã de sábado. Dois criminosos armados levaram um notebook, telefone celular e R$ 12 mil. A quantia seria usada para pagar os funcionários. O inspetor acredita que a informação sobre o dia do pagamento teria sido passada aos bandidos por alguém do próprio comitê. "Ainda não há nenhum suspeito, mas a possibilidade é que alguém conhecido ou que conhece o trâmite do local tenha dado as informações".

Crivella disse no programa eleitoral de TV desta segunda-feira que o assalto pode estar relacionado com a ação de milícias. Ele afirmou que não seria intimidado. "Não reconheço e não temo os grupos armados que tentam influir no processo eleitoral", disse.

Procurado pela Folha Online, o candidato explicou que a sua acusação contra milicianos se baseia no que os jornais noticiaram. No entanto, ele não aponta algum motivo para o crime.

Carvalho alega que "não há milícia em São Cristóvão" e considera "muito difícil" que algum bando paramilitar tenha saído de outra região para atacar o comitê.

Nesta segunda-feira, o candidato Crivella conversou com o governador em exercício Luiz Fernando Pezão (PMDB) e pediu o reforço do policiamento na área do comitê. "Se houver reincidência, deve vir Polícia Federal e Força Nacional de Segurança", afirmou.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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