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Brasil
01/09/2008 - 16h44

Deputado suspeito de envolvimento com milícias pede quebra do próprio sigilo

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da Agência Brasil
da Folha Online

O deputado estadual do Rio Jorge Babu (PT), suspeito de envolvimento com milícias na zona oeste da cidade, protocolou hoje uma solicitação autorizando a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Milícias, da Assembléia Legislativa, a quebrar seu próprio sigilo telefônico e bancário. A informação foi divulgada pelo presidente da CPI, deputado Marcelo Freixo (PSOL).

Segundo ele, o deputado Jorge Babu já estava sendo investigado mesmo antes da denúncia feita pelo Ministério Público Estadual à Justiça, na semana passada.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro ofereceu denúncia na quinta-feira contra Jorge Babu e outras dez pessoas pelos crimes de formação de quadrilha e extorsão.

No pedido, a promotoria pede a prisão preventiva dos acusados. O deputado, no entanto, por ter foro privilegiado, só pode ser detido em flagrante, por crime inafiançável.

Segundo o Ministério Público, os denunciados se associaram para a prática de diversos crimes, com destaque para o delito de extorsão, em sua maioria relacionados a serviço de "proteção", formando uma suposta quadrilha armada que atuava como milícia em bairros da zona oeste do Rio.

A promotoria informa que, utilizando-se de violência e grave ameaça, exercida com o emprego de armas de fogo, inclusive fuzis, os acusados cobravam dos moradores e comerciantes contribuições semanais, em dinheiro, que variavam de R$ 10 a R$ 300, sob o pretexto de oferecer segurança.

De acordo com o Ministério Público, a suposta quadrilha ainda impunha, nas comunidades sob seu domínio, a exclusividade na aquisição de botijão de gás, que somente podiam ser comprado em empresas por ela autorizadas, e ainda controlava a distribuição de sinal de TV a cabo.

O candidato do PT à Prefeitura, deputado estadual Alessandro Molon, entrou nesta sexta-feira com um recurso no Diretório Estadual do partido pendido a expulsão imediata do deputado estadual Jorge Babu.

A Executiva Estadual do PT no Rio de Janeiro se reúne nesta segunda-feira para avaliar a situação de Babu.

O presidente estadual do PT, Alberto Cantalice, informou que a reunião terá a participação de Babu e dos demais deputados da legenda. Babu pode ser punido com advertência e até expulsão do partido.

Comentários dos leitores
Carlos José dos Santos (128) 28/01/2009 16h47
Carlos José dos Santos (128) 28/01/2009 16h47
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo-segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrugada, com irritantes apitos. Alguns moradores, ignorantes acreditam nessa "pseudo-segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do "pseudovigia".
Algumas dessas pseudo-empresas de segurança têm até CNPJ, ou seja, o crime com reconhecimento do Estado, assim como os pivetes vândalos e assaltantes de carros agora até uniformizados, cobram por estacionamento em vias públicas a pretexto de vigiar. Pode??? !!!
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residência ou ao seu carro, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos eventuais prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil às custas da ineficiência do Estado.
sem opinião
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Carlos José dos Santos (128) 27/01/2009 20h56
Carlos José dos Santos (128) 27/01/2009 20h56
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
sem opinião
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Carlos José dos Santos (128) 26/01/2009 23h20
Carlos José dos Santos (128) 26/01/2009 23h20
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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