PT suspende deputado acusado de chefiar milícia e instaura processo na Comissão de Ética
ANDRÉ ZAHAR
colaboração para a Folha Online, no Rio
A Executiva Estadual do PT no Rio de Janeiro decidiu hoje, por 19 votos e uma abstenção, suspender o deputado estadual Jorge Babu das atividades partidárias. O partido também instaurou processo na Comissão de Ética para apurar a denúncia do Ministério Público de que o petista chefiaria uma milícia que age na zona oeste da cidade.
Babu garantiu sobrevida na legenda até pelo menos após as eleições. Ele terá até 60 dias para se defender na comissão da acusação de praticar extorsão, usando violência e ameaças, contra moradores e comerciantes de bairros da zona oeste, sob pretexto de fornecimento de segurança.
Babu deixou a reunião na sede do partido comemorando a decisão. Segundo o deputado, o afastamento temporário havia sido sugerido por ele próprio. "Esta foi a nossa proposta. Esse prazo de 60 dias deixa o partido bem e me deixa bem para provar minha inocência e permanecer no partido, que é a minha paixão."
O presidente estadual do PT, Alberto Cantalice, negou que a suspensão tenha sido iniciativa do deputado. "Ele foi suspenso por decisão do partido. Esta é a punição máxima do estatuto do PT, que não estabelece expulsão sumária de nenhum filiado."
Cantalice explicou que, durante a suspensão, Babu "não pode se colocar em nome do partido em nenhuma situação até que o partido apure o que está ocorrendo e possa dar uma punição definitiva". Caso não seja arquivada na Comissão de Ética, a questão será votada pelo diretório estadual da legenda, que pode decidir pela expulsão de Babu.
Além da denúncia de milícia, a resolução do PT contra Babu cita o processo interno instaurado após a prisão dele em flagrante, em 2004, durante briga de galos; a ausência de Babu em reuniões da bancada do partido na Alerj (Assembléia Legislativa do Rio) e o voto a favor da soltura do deputado Álvaro Lins, contra orientação da bancada do PT.
Reunião
A reunião na sede do PT-RJ durou mais de duas horas. O deputado chegou confiante, dizendo que seria apenas um "bate-papo" e que não iria apresentar defesa até que fosse intimado oficialmente pela Justiça.
"Eu quero pedir que tenha processo na Comissão de Ética contra mim, quero ser investigado. Quem não é investigado não pode provar a inocência", disse.
Antes da reunião, Babu entregou à CPI das Milícias da Alerj um ofício abrindo os sigilos bancário, fiscal e telefônico. Dos colegas de Babu na Assembléia, apenas Gilberto Palmares compareceu à sede do PT-RJ.
Ao longo da reunião, o deputado discursou duas vezes. Babu chorou ao comentar o suposto sofrimento da família com a denúncia do MP. "Minha filha me perguntou se eu vou ser preso."
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Especial


Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo-segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrugada, com irritantes apitos. Alguns moradores, ignorantes acreditam nessa "pseudo-segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do "pseudovigia".
Algumas dessas pseudo-empresas de segurança têm até CNPJ, ou seja, o crime com reconhecimento do Estado, assim como os pivetes vândalos e assaltantes de carros agora até uniformizados, cobram por estacionamento em vias públicas a pretexto de vigiar. Pode??? !!!
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residência ou ao seu carro, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos eventuais prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil às custas da ineficiência do Estado.
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Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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