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Brasil
02/09/2008 - 17h12

Pedido de intervenção no PT de Minas será avaliado apenas depois das eleições

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DIANA PIMENTEL
colaboração para a Folha Online

A Executiva Nacional do PT deve analisar somente após as eleições de outubro o pedido de políticos do partido para que seja feita uma intervenção na direção municipal da legenda em Belo Horizonte. As eleições na capital mineira viraram alvo de polêmica depois que o atual prefeito Fernando Pimentel (PT) e o governador Aécio Neves (PSDB) lançaram a candidatura do empresário Márcio Lacerda (PSB), ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do governo tucano.

O PT ficou dividido, mas acabou rejeitando uma aliança com o PSDB na capital. Já a legenda tucana firmou apoio informal à campanha de Lacerda. Um grupo ligado à área mais tradicional do PT quer apoiar informalmente Jô Moraes (PC do B), pertencente a um antigo aliado da legenda.

O ex-deputado estadual Rogério Correia, um dos mais insatisfeitos com a aliança entre tucanos e PT na capital mineira, disse que já previa que a discussão sobre a conduta política do PT em Minas ficasse para depois das eleições de outubro. Ele afirma, no entanto, esperar que a Executiva Nacional intervenha no Estado para "trazer o PT de volta para suas convicções próprias".

Segundo Correia, o partido está a serviço de Aécio, que tem planos de concorrer à Presidência da República em 2010. O ex-deputado critica os colegas de partido e alega que não existe apoio informal do PSDB ao candidato Márcio Lacerda --que o mesmo foi vetado pela Executiva Nacional do PT-- sim uma participação ativa dos tucanos na campanha. "É uma farsa, passaram a perna no diretório municipal do PT", denuncia.

O presidente municipal do PT, Aluísio Marques, disse que o processo eleitoral está em andamento e que o objetivo do partido neste momento é eleger o candidato escolhido e aprovado em convenção nacional. "Nossa candidatura é a do Marcio Lacerda, que tem como vice Roberto Carvalho, que é do PT. Estamos agora trabalhando para ganhar", declarou.

Para ele, a questão da escolha do candidato é página virada e agora não é tempo de se discutir se está certo ou não. "A chapa é essa que foi aprovada e ninguém rejeita apoio político, não existe isso", afirmou Marques, referindo-se à participação de Aécio Neves na campanha.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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