Brasil
03/09/2008 - 16h25

Baleado, vice de tucano descarta crime político e diz ter sido vítima de uma "briga de turma"

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GISELLI SOUZA
colaboração para a Folha Online

Baleado nesta terça-feira, Edinho Montemor (PSB), vice na chapa do deputado Orlando Morando (PSDB) à Prefeitura de São Bernardo do Campo (Grande ABC), descartou que o ocorrido tenha sido um crime político. "Foi uma briga de turma."

Montemor levou um tiro na coxa quando deixava uma casa de show na rua Antônio Luís Valério, por volta das 21h. O crime ocorreu na rua de cima. Ele foi atingido em meio a um tumulto provocado no local. O evento, segundo policiais, foi fechado para cerca de 700 convidados da coligação.

Reprodução
Edinho Montemor (PSB), vice da chapa do deputado Orlando Morando, foi baleado
Edinho Montemor (PSB), vice da chapa do deputado Orlando Morando, foi baleado

O candidato a vice afirmou que presenciou um grupo de dez a doze jovens espancando um rapaz que estava na festa. "Foi um massacre", contou. Montemor disse que foi defender a vítima. "A hora que eu entrei para apartar, a briga já tinha diminuído, foi quando ocorreram os disparos. A hora que eu caí no chão, a briga acabou. Houve uma correria."

A vítima do espancamento não foi identificada. O candidato afirmou que foram vários disparos e que a bala não o atingiu de raspão, como divulgado anteriormente, mas, sim, a perfurou. No entanto, disse que não pegou nenhum osso ou nervo. "Foi sorte, foi como nascer de novo."

Montemor foi socorrido por colegas para o pronto-socorro municipal de São Bernardo. No começo da madrugada, no entanto, ele foi transferido para o Hospital Brasil, em Santo André, onde passou por exames.

A ocorrência foi registrada no 1º DP de São Bernardo. A polícia informou que a hipótese de crime político está descartada. Montemor só deve receber alta nesta quinta-feira. Ele disse que não anda acompanhado de seguranças, e que continuará sua campanha normalmente.

Metodista

Ainda em São Bernardo do Campo, um grupo de dez estudantes apanhou e foi expulso do auditório da Universidade Metodista quando tentava realizar um protesto no local, na noite desta terça-feira (2).

O confronto aconteceu no lançamento do plano de governo do candidato do PT à Prefeitura de São Bernardo, Luiz Marinho.

Os estudantes dizem que queriam protestar contra o barulho causado pela militância petista. Segundo eles, as agressões contra os alunos partiram de seguranças e militantes do PT.

A assessoria de Marinho --que estava acompanhado da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e do senador Aloizio Mercadante (PT-SP)-- informa que não havia seguranças da campanha no evento e que não tem controle sobre reações da militância.

Os alunos da Metodista afirmaram que planejavam exibir um cartaz com a frase: "Bela maneira de falar de educação: atrapalhando a nossa".

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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