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Brasil
04/09/2008 - 11h53

Funcionários do gabinete de Crivella são exonerados para trabalhar em campanha

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ANDRÉ ZAHAR
colaboração para a Folha Online, no Rio

O candidato do PRB à Prefeitura do Rio de Janeiro Marcelo Crivella confirmou a demissão de 14 funcionários do seu gabinete de senador. A medida teria sido adota para que eles fizessem campanha sem acusação de uso da máquina pública na campanha.

O candidato disse que pretende readmiti-los após as eleições. O candidato negou que Adriana Crivella, funcionária de seu gabinete, seja sua parente.

"A família Crivella é como Silva na Itália. A Adriana Crivella não é minha prima, irmã, filha, tia, sobrinha. Não tem nenhum grau de parentesco comigo. Nunca empreguei parente porque sou contra o nepotismo"

Bispo da Igreja Universal, Crivella negou uma "hegemonia" sobre os eleitores evangélicos e lamentou a baixa participação dos "irmãos" na política. "Entre 40% e 50% dos evangélicos votam Crivella. Mas muitos também acham que não devem participar do processo político, para minha amargura. Eles têm uma parcela importante na construção da nova sociedade brasileira."

Sobre a conversa com o filho do prefeito Cesar Maia (DEM), Rodrigo Maia (DEM), o senador afirmou que qualquer pergunta sobre aliança no segundo turno deve ser feita ao DEM. "Você tem que perguntar para o DEM, e não para mim. Eu divergi durante seis anos do antigo PFL no plenário do Senado. Como candidato a prefeito do Rio tenho um programa de governo. Aqueles que quiserem aderir serão bem vindos."

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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