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Brasil
04/09/2008 - 14h33

Em discurso, Marta ignora Alckmin e centra fogo na gestão Kassab

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WANDERLEY PREITE SOBRINHO
colaboração para a Folha Online

A candidata à Prefeitura de São Paulo Marta Suplicy (PT) ignorou nesta quinta-feira o candidato tucano e ex-governador
Geraldo Alckmin e centrou fogo contra a administração do prefeito e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM), em discurso no Sindicato dos Bancários no centro de São Paulo. Ela lamentou a polarização da disputa e disse que qualquer adversário será difícil de enfrentar no segundo turno.

Marta não mencionou o ex-governador em nenhum momento de seu discurso, grande parte dedicada a criticar a atual administração. Ela falou na "crise" dos transportes, no "abandono" do centro da cidade e na "falta de médicos" nas UBS (unidades básicas de saúde).

27.ago.2007/Danilo Verpa/Folha Imagem
A petista e o democrata polarizam disputa pela Prefeitura de São Paulo
A petista e o democrata polarizam disputa pela Prefeitura de São Paulo

Segundo a petista, esse é "o jeito peessedebista de dizer que faz, mas não faz". O prefeito-candidato não é tucano, mas a maior parte de seu secretariado pertence ao PSDB de José Serra, que esteve à frente da prefeitura até assumir o governo do Estado e entregar o município a Kassab, então seu vice.

Outro lado

Segundo a assessoria do prefeito, "Marta tem mostrado um nervosismo acentuado em seus ataques" por falta de "argumentos". "O governo do PT desativou leitos, não construiu um único hospital", disse. "A gestão Kassab construiu dois hospitais, 110 AMAs, colocou mais de três mil novos médicos na rede, normalizou a distribuição de remédios e adotou medidas sérias em relação ao trânsito, como o rodízio de caminhões, inspeção veicular e modernização da CET."

Ao final do discurso, Marta lamentou a polarização da campanha com o democrata. "A minha idéia era ficar só nas propostas, mas quando você vê reiteradas vezes inverdades serem ditas, você acaba tendo de falar que não é bem assim."

Ela negou, no entanto, que prefira disputar o segundo turno com Kassab. "Para nós, tanto Alckmin quanto Kassab vão ser adversários difíceis e a gente não escolhe adversário. Quem estiver lá, a gente vai enfrentar."

Questionada se ela temia uma possível utilização da máquina municipal caso o prefeito vá para o segundo turno, ela respondeu resumindo em uma palavra: "não".

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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