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Brasil
06/09/2008 - 08h13

Meios-irmãos são concorrentes em eleição em Prudentópolis

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FELIPE BÄCHTOLD
da Agência Folha

Dois meios-irmãos estão se enfrentando na disputa pela Prefeitura de Prudentópolis, na região central do Paraná. O mais velho afirma que foi surpreendido pela decisão do irmão --e atual rival-- de concorrer.

Folha lança serviço on-line sobre candidatos

Gilberto Agibert Filho (PSDC), 58, que já foi prefeito e deputado estadual, diz ter incentivado a entrada na política do hoje vereador Gilvan Agibert (PPS), 49, que se lançou em chapa própria.

Apesar de ter menos tempo na política, o irmão mais novo conseguiu formar uma coligação maior: recebe o apoio de nove partidos, enquanto o rival tem apenas três.

Gilberto, porém, diz que já ter conquistado apoio da "maior parte" dos parentes. O candidato conta que planejava fazer do irmão um "sucessor" da família na política. "Já estava deixando para ele o espaço político, mas ele se antecipou, infelizmente." O pai dos dois, já falecido, também era político.

O candidato diz que se sente "constrangido e triste" com a situação. A reportagem não conseguiu falar com seu irmão.

Além dos dois, há apenas um outro candidato na disputa, o atual prefeito Vilson Santini (PTB). A cidade tem 48 mil habitantes. Gilberto diz que as propostas dos dois são parecidas. "O município é do interior e os problemas são comuns."

A Folha tentou falar com o irmão mais novo desde quinta-feira, mas ele não foi localizado. A reportagem deixou recados no celular dele, mas não houve ligação de volta.

Antes do rompimento político, o candidato do PSDC diz que não havia nenhuma desavença com o irmão. "Trabalhávamos juntos", conta. "Quero que acabe o quanto antes. É uma coisa esquisita."

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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