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Brasil
08/09/2008 - 04h46

Marta Suplicy não paga taxa de lixo, e prefeitura cobra na Justiça

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da Folha Online

A Prefeitura de São Paulo está cobrando judicialmente uma dívida referente a parcelas da taxa do lixo não pagas em 2003 por um apartamento de propriedade da ex-prefeita Marta Suplicy (PT), candidata à Prefeitura de São Paulo, informa nesta segunda-feira reportagem de Antonio Rocha Filho, secretário de redação do Agora, publicada pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

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A dívida do apartamento --localizado na rua da Consolação, Jardins (zona oeste)-- em valor atualizado é de R$ 463,84 (encargos incluídos). O débito, na época de R$ 18,41 para o imóvel, refere-se à taxa não recolhida entre abril e dezembro daquele ano.

A taxa foi criada em 2003, na gestão da própria Marta (2001-2004), para financiar os sistemas de coleta, transporte, destinação final e tratamento do lixo, segundo a prefeitura. O tributo foi extinto em janeiro de 2006, já na administração José Serra/Gilberto Kassab.

A administração de Kassab (DEM), também candidato à reeleição para a prefeitura, disse não haver objetivos eleitorais na ação judicial contra Marta. Em junho passado, a prefeitura informou que cobrava judicialmente 116 mil contribuintes com dívidas da taxa do lixo.

Outro lado

A candidata Marta Suplicy informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que desconhecia a existência da dívida da taxa do lixo de seu imóvel na rua da Consolação e que tomou conhecimento do débito pela reportagem.

Marta afirma que não recebeu notificação do processo judicial ou qualquer cobrança de débito, desde 2004 até agora (íntegra da reportagem para assinantes).

Segundo a petista, o imóvel é disponibilizado para locação. Ela diz que nunca morou no flat e que, nos períodos em que o apartamento está alugado, o locatário fica responsável pelo pagamento das parcelas dos impostos e taxas do imóvel.

Leia a matéria completa na Folha desta segunda, que já está nas bancas.

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Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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