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Brasil
09/09/2008 - 10h53

Reunião define atuação das Forças Armadas nas eleições do Rio

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ANDRÉ ZAHAR
colaboração para a Folha Online, no Rio

O Comando Militar do Leste fará uma reunião na tarde desta terça-feira para definir os detalhes da atuação dos militares durante as eleições no Rio de Janeiro.

Participarão da audiência representantes das Forças Armadas, do governo estadual e da Justiça Eleitoral.

O evento, a portas fechadas, será no Palácio Duque de Caxias, sede do CML. Estarão presentes generais da Marinha e do Exército; o secretário de Segurança Pública do Estado, José Mariano Beltrame; o vice-presidente do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), desembargador Alberto Mota Moraes; o juiz Luiz Márcio Pereira, coordenador de Fiscalização da Propaganda Eleitoral no Estado; o superintendente da Polícia Federal no Rio, Valdinho Jacinto Caetano; o procurador regional eleitoral Rogério Nascimento; e o promotor eleitoral Marcos Ramayana.

Também vão participar representantes da Polícia Rodoviária Federal, do Ministério Público Civil e Militar e da Polícia Militar.

As Forças Armadas terão como missão no Rio coibir a imposição de candidatos, em áreas da cidade controladas por traficantes e milicianos, por meio de ameaças aos eleitores.

De acordo com o vice-presidente do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio de Janeiro, Alberto Motta Moraes, os homens atuarão em 24 localidades --mais do que as 17 anunciadas na semana passada pelo ministro Nelson Jobim (Defesa).

Ele não quis adiantar quais áreas serão essas, por questão de segurança, mas disse que elas já estão definidas.

Moraes ressaltou que a operacionalização ficará por conta das Forças Armadas, mas que o reforço na segurança terá a participação ainda da Polícia Militar e Civil do Estado, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

"A presença do Estado nessas regiões tem o objetivo de transmitir aos eleitores das diversas regiões a segurança de que eles poderão ter confiança de que as eleições vão ocorrer normalmente e que eles não sofrerão a pressão que estão sofrendo", afirmou Moraes, após se reunir com o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Carlos Ayres Britto.

A atuação não será simultânea nas 24 áreas. Segundo o vice-presidente, as três primeiras localidades servirão como termômetro para definir detalhes para as próximas áreas. Ele disse ainda que as Forças Armadas poderão atuar também durante as eleições, seguindo restrições hoje adotadas para o trabalho da PM, como manter uma distância mínima de 100 metros do local das eleições.

Moraes disse não esperar confronto entre os militares e criminosos nos locais. "A possibilidade de confronto sempre há, mas eu acredito que ela é muito remota", disse.

Comentários dos leitores
Carlos José dos Santos (128) 28/01/2009 16h47
Carlos José dos Santos (128) 28/01/2009 16h47
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo-segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrugada, com irritantes apitos. Alguns moradores, ignorantes acreditam nessa "pseudo-segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do "pseudovigia".
Algumas dessas pseudo-empresas de segurança têm até CNPJ, ou seja, o crime com reconhecimento do Estado, assim como os pivetes vândalos e assaltantes de carros agora até uniformizados, cobram por estacionamento em vias públicas a pretexto de vigiar. Pode??? !!!
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residência ou ao seu carro, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos eventuais prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil às custas da ineficiência do Estado.
sem opinião
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Carlos José dos Santos (128) 27/01/2009 20h56
Carlos José dos Santos (128) 27/01/2009 20h56
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
sem opinião
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Carlos José dos Santos (128) 26/01/2009 23h20
Carlos José dos Santos (128) 26/01/2009 23h20
Polícia prende PM suspeito de integrar milícia no Rio.
Está mais do que claro que as milícias somente existem por causa da ineficiência do Estado até mesmo em selecionar seus próprios agentes de segurança pública.
Esses maus policiais, incompetentes no seu trabalho, acham que podem prestar serviços particulares e começam a oferecer uma "pseudo segurança" para alguns moradores que pagam pelo "serviço" incentivando essa criminosa atividade de extorção de dinheiro da população, que já pagam seus impostos pela segurança pública.
Em Belo Horizonte alguns motoqueiros cobram para fazer rondas noturnas e ficam correndo as ruas dos bairros pela madrigada, com irritantes apitos. Alguns moradores, idiotas acreditam nessa "pseudo segurança" e trocam a incerteza de um eventual assalto, pela certeza dos assaltos mensais do pseudo vigia.
Com a mais absoluta certeza, se acontecer um assalto em sua residencia, provavelmente esse vigia não estará por perto, pois os bandidos não são tão burros e podem programar os assaltos de acordo com a rotina do motoqueiro, que não fica permanentemente no quarteirão. E o dinheiro pago não lhe garantirá nem mesmo um seguro para indenização dos prejuízos. É um dinheiro jogado fora na mão de um bandido espertalhão que se aproveita do medo do povo para ganhar dinheiro fácil.
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