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Brasil
09/09/2008 - 13h48

Alckmin nega troca de marqueteiro de campanha

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THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online

O candidato a prefeito do PSDB, Geraldo Alckmin, desmentiu rumores sobre troca no comando de sua campanha. Reportagem publicada hoje no jornal "O Estado de S. Paulo" informa que a cúpula da campanha de Alckmin está pressionando o candidato a trocar o marqueteiro, Lucas Pacheco, por conta da estagnação nas pesquisas de intenção de voto.

"Não tem nenhuma procedência isso. O Lucas Pacheco está se esforçando, fazendo um bom trabalho", disse Alckmin antes mesmo de ser questionado sobre o assunto.

Alckmin disse que a campanha de rua deve ser intensificada nesta reta final, mas negou que vá realizar mudanças no programa eleitoral da TV. "Nós temos uma dificuldade porque o nosso tempo é menor que dos nossos adversários, mas eu sou bastante conhecido", afirmou. Aliados defendem que o candidato adote uma postura mais agressiva em seu programa.

O marqueteiro Lucas Pacheco tem atribuído, em conversas reservadas, a problemas de "conteúdo, não de forma", o baixo desempenho de Geraldo Alckmin nos programas de TV, informa José Alberto Bombig, no blog Campanha no Ar.

De acordo com o blog, a linha do programa prevista por Pacheco era apresentar o candidato, dizer o que ele fez, detectar os problemas da cidade e mostrar como resolvê-los. Mas Alckmin decidiu "pular" uma das etapas: críticas à administração de Gilberto Kassab.

Copa e Metrô

Em palestra na FPF (Federação Paulista de Futebol) nesta terça-feira, Alckmin, prometeu uma série de medidas para receber em São Paulo a Copa do Mundo de 2014, que terá o Brasil como país sede. Ao falar das melhorias para o Metrô, o tucano aproveitou para criticar a proposta da sua adversária, Marta Suplicy (PT), na área.

"O plano apresentado por ela [Marta] é exatamente o contrário da proposta técnica do Metrô de São Paulo, porque elimina uma linha importante, que é a linha 6. [...] Ela desaparece, aparece um traçado do novo metrô que é paralela, quase se sobrepõe ao trem Osasco-Jurubatuba", afirmou Alckmin.

Por meio de sua assessoria, a candidata petista rebateu as críticas. Segundo a campanha de Marta, a linha proposta pela ex-prefeita possui um traçado diferente que corta uma região com grande número de moradias e escritórios.

Ainda segundo a campanha de Marta, a proposta só surpreende Alckmin por conta de seu desempenho na construção do metrô enquanto esteve no governo do Estado, quando, de acordo com a campanha, construi menos de um quilômetro de linhas.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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