Marqueteiro deixa campanha de Alckmin e ataca defensores de Kassab
da Folha Online
O marqueteiro Lucas Pacheco deixou a campanha do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) à Prefeitura de São Paulo e culpou os tucanos ligados a José Serra pelas dificuldades enfrentadas pela campanha. A entrevista, concedida a Renata Lo Prete, do Painel, foi publicada nesta quarta-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Folha lança serviço on-line sobre candidatos
Pacheco, que será substituído por Raul Cruz Lima, critica os tucanos ligados a José Serra --"o PSDB que chamam de kassabista"-- por problemas enfrentados na campanha. A saída do marqueteiro é mais um resultado da estagnação do tucano nas últimas pesquisas de intenções de voto.
| Pisco del Gaiso/Folha Imagem |
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| Geraldo Alckmin e Gilberto Kassab em 1994 |
"Fizeram uma orquestração para acuar o candidato [Geraldo Alckmin]", afirmou Pacheco, criticando os "lobos em pele de cordeiro" --referência velada a José Henrique Reis Lobo, presidente do PSDB municipal e secretário do governador. "Assim como tentaram, primeiro, inviabilizar a candidatura, trabalharam depois para tornar seu discurso inviável."
Reportagem da Folha Online publicada ontem revelou que o clima de tensão na campanha de Alckmin (PSDB) paralisou as negociações entre os alckmistas e os tucanos que defendem a reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM).
Pesquisa Datafolha divulgada no sábado mostra a candidata do PT à prefeitura Marta Suplicy na liderança, com 40% das intenções de voto. Alckmin (22% do eleitorado) está tecnicamente empatado com Kassab (18%), na terceira colocação.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais. O Datafolha entrevistou 1.091 eleitores nos dias 4 e 5 de setembro de 2008. A pesquisa foi registrada no TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo sob o número 02200108-SPPE/2008.
Segundo interlocutores, não há mais clima para pedir a Alckmin que evite o confronto direto com o democrata. Kassabistas se empenharam nas últimas semanas para impedir que Alckmin atacasse a atual gestão. O temor era de que a briga entre antigos aliados acabasse naufragando a possibilidade de DEM e PSDB voltarem a se coligar no segundo turno.
Leia a matéria completa na Folha desta quarta, que já está nas bancas.
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