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Brasil
10/09/2008 - 03h41

Marqueteiro deixa campanha de Alckmin e ataca defensores de Kassab

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da Folha Online

O marqueteiro Lucas Pacheco deixou a campanha do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) à Prefeitura de São Paulo e culpou os tucanos ligados a José Serra pelas dificuldades enfrentadas pela campanha. A entrevista, concedida a Renata Lo Prete, do Painel, foi publicada nesta quarta-feira na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Folha lança serviço on-line sobre candidatos

Pacheco, que será substituído por Raul Cruz Lima, critica os tucanos ligados a José Serra --"o PSDB que chamam de kassabista"-- por problemas enfrentados na campanha. A saída do marqueteiro é mais um resultado da estagnação do tucano nas últimas pesquisas de intenções de voto.

Pisco del Gaiso/Folha Imagem
Geraldo Alckmin e Gilberto Kassab em 1994
Geraldo Alckmin e Gilberto Kassab em 1994

"Fizeram uma orquestração para acuar o candidato [Geraldo Alckmin]", afirmou Pacheco, criticando os "lobos em pele de cordeiro" --referência velada a José Henrique Reis Lobo, presidente do PSDB municipal e secretário do governador. "Assim como tentaram, primeiro, inviabilizar a candidatura, trabalharam depois para tornar seu discurso inviável."

Reportagem da Folha Online publicada ontem revelou que o clima de tensão na campanha de Alckmin (PSDB) paralisou as negociações entre os alckmistas e os tucanos que defendem a reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Pesquisa Datafolha divulgada no sábado mostra a candidata do PT à prefeitura Marta Suplicy na liderança, com 40% das intenções de voto. Alckmin (22% do eleitorado) está tecnicamente empatado com Kassab (18%), na terceira colocação.

A margem de erro é de 3 pontos percentuais. O Datafolha entrevistou 1.091 eleitores nos dias 4 e 5 de setembro de 2008. A pesquisa foi registrada no TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo sob o número 02200108-SPPE/2008.

Segundo interlocutores, não há mais clima para pedir a Alckmin que evite o confronto direto com o democrata. Kassabistas se empenharam nas últimas semanas para impedir que Alckmin atacasse a atual gestão. O temor era de que a briga entre antigos aliados acabasse naufragando a possibilidade de DEM e PSDB voltarem a se coligar no segundo turno.

Leia a matéria completa na Folha desta quarta, que já está nas bancas.

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Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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