Publicidade

Publicidade
Brasil
10/09/2008 - 19h20

Alckmin defende união com Serra e diz que não existem "serristas" nem "alckmistas"

Publicidade

GISELLI SOUZA
colaboração para a Folha Online

O candidato à Prefeitura de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) defendeu hoje a união com o governador José Serra (PSDB) ao dizer que não existem "serristas" nem "alckmistas". A declaração foi uma resposta à divisão interna do partido, com o apoio de alguns tucanos à candidatura de Gilberto Kassab (DEM).

"Não existem serristas nem alckmistas. Existem tucanos sociais democratas. Nem eu, nem o Serra, gosta disso [divisão]. Nós somos tucanos com vontade, ânimo e capacidade para trabalhar pelo povo de São Paulo", defendeu Alckmin.

Durante a tarde de hoje, o tucano fez corpo-a-corpo com eleitores na região do Jaraguá, zona norte da capital. Alckmin abraçou eleitores, acenou para cabos eleitorais de Marta Suplicy (PT) --que dividiam espaço entre os tucanos, autografou uma bíblia e chupou bala com uma eleitora.

O tucano evitou críticas aos adversários, mas alfinetou a tática utilizada por Marta e Kassab em estimular a comparação de gestões. "Campanha não pode ser feita com um farol voltado para o passado. Campanha se faz olhando para os próximos quatro anos", disse Alckmin.

Sobre a saída do marqueteiro Lucas Pacheco, Alckmin se limitou a dizer que o publicitário "fez um bom trabalho" e que a decisão sobre o seu desligamento não teve motivação política. "Foi uma decisão pessoal", resumiu Alckmin.

Pacheco deixou a coordenação de comunicação de Alckmin na noite de ontem e culpou os tucanos ligados a José Serra pelas dificuldades encontradas na campanha. O marqueteiro foi substituído por Raul Cruz Lima, que assumiu a direção do programa de TV na tarde de hoje.

Segundo a coordenação da campanha, o programa de rádio será gravado amanhã. O novo programa de TV --que será levado ao ar na próxima sexta-feira (12)-- não terá mudança.

"Não terá nenhuma mudança. Claro que cada um [marqueteiro] tem um estilo próprio, mas o rumo do programa será o mesmo", defendeu. O tucano negou que irá "atacar" Kassab com críticas a atual gestão e disse que continuará na linha "propositiva".

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
avalie fechar
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
avalie fechar
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (8158)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca