Brasil
15/09/2008 - 16h49

Eleitor não poderá usar celular e máquina fotográfica na seção de votação

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colaboração para a Folha Online

A Justiça Eleitoral proibiu a entrada de máquina fotográfica e celular na seção de votação durante as eleições do dia 5 de outubro. Segundo a assessoria do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a decisão é válida para todo o país, mas cada tribunal regional será responsável pela fiscalização.

A decisão estava na resolução do TSE 22.712/08, mas foi sacramentada na última sexta-feira (12), durante encontro de presidentes dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais), em São Luís (MA).

Segundo a resolução, o eleitor "não poderá fazer uso de telefone celular, equipamento de radiocomunicação ou outro equipamento que possa comprometer o sigilo do voto". O argumento dos juízes com a decisão é a de garantir a liberdade do voto do eleitor.

Rio de Janeiro

Na semana passada, o presidente do TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio de Janeiro, desembargador Roberto Wider, havia determinado aos juízes eleitorais que proíbam o uso de telefones celulares, câmeras fotográficas e de vídeo nas cabines eleitorais. O objetivo era tentar evitar a intimidação de bandidos contra eleitores.

Denúncias recebidas pela Justiça Eleitoral indicam que milicianos estão obrigando moradores de favelas a fotografarem a tela da urna eletrônica no momento do voto. O objetivo é provar o voto nos candidatos apoiados pelas milícias.

Comentários dos leitores
Benildo Sponchiado (5) 04/07/2009 19h27
Benildo Sponchiado (5) 04/07/2009 19h27
Fora Yeda e Richa dois coruptos do PSDB. sem opinião
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Afonso Ueno (93) 03/07/2009 20h50
Afonso Ueno (93) 03/07/2009 20h50
CHEGOU A HORA DE PAULO MALUF GOVERNAR O ESTADO DE SÃO PAULO.CHEGA DE PSDB.MALUF GOVERNADOR. 3 opiniões
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ALBERTO RUIZ (37) 03/07/2009 19h02
ALBERTO RUIZ (37) 03/07/2009 19h02
Entristece-me, hoje, ver o Lula a quem votei, defendendo o Sarney, como já defendeu antes um Severino Cavalcante, Renan, etc., sómente para manter-se no poder. Realmente, estou desapontado. Esperava uma mudança nos conceitos do trato com a coisa pública, e o que vemos é a manutenção e continuismos das velhas e odiosas práticas. Não temos mais a quem recorrer. Só me resta recolher-me à minha insignificancia. sem opinião
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