Brasil
15/09/2008 - 16h08

Alckmin quer levar "Primavera Tributária" para a Prefeitura de São Paulo

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THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online

O candidato a prefeito de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou nesta segunda-feira que deve levar para a Prefeitura de São Paulo, se eleito, a mesma política fiscal que adotou durante sua gestão no governo do Estado (2001-2006). Na época, Alckmin reduziu a alíquota de impostos de alguns produtos e serviços e o período ficou conhecido como "Primavera Tributária".

"Nós vamos na prefeitura reduzir a carga tributária, tornando a cidade com custos menores, atraindo investimentos para gerar empregos", afirmou o tucano.

Recentemente, o governo do Estado sinalizou rever algumas dessas reduções adotadas na época de Alckmin. O tucano disse acreditar que não isso não deve ocorrer. "Eu não acredito que vá rever porque estas isenções são para o contribuinte", disse.

O tucano, no entanto, mostrou-se cético quanto à proposta de isentar trabalhadores autônomos de pagar ISS (Imposto Sobre Serviços). A isenção é promessa de campanha tanto do prefeito e candidato à reeleição, Gilberto Kassab (DEM), como da candidata Marta Suplicy (PT).

"Eu aprendi o seguinte: prometa menos e entregue demais. Eu nunca prometi nada em véspera de eleição e reduzi os impostos em São Paulo", afirmou Alckmin, esquivando-se de também prometer a isenção do ISS.

Almoços

Nesta segunda-feira, Alckmin almoçou com o presidente do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), Luis Alberto Moreno, de quem disse ser amigo. Segundo o tucano, foi por conta da atuação de Moreno que o Metrô conseguiu financiamento para construção da linha 4-Amarela.

Após o encontro com Moreno, Alckmin também participou de almoço com arquitetos e decoradores que apóiam a sua campanha. Questionado de ter participado de dois almoços no mesmo dia, explicou: "Aqui [com os decoradores] só tomei uma coca", disse o tucano após sair do segundo evento.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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