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Brasil
15/09/2008 - 20h08

Alckmin diz sentir momento novo e compara campanha em SP com eleição nos EUA

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THIAGO FARIA
colaboração para a Folha Online

Após passar por turbulência em sua campanha devido à troca de marqueteiro, o candidato a prefeito de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou sentir um momento novo na corrida eleitoral. O candidato disse não estar preocupado com suas recentes quedas em pesquisas de intenção de voto e confia que o eleitor só irá definir seu voto pouco antes do dia 5 de outubro, data da eleição.

"Médico tem um olho clínico, eu sinto nas ruas um momento novo, sinto as pessoas com ânimo", afirmou Alckmin após palestra na Associação Comercial de São Paulo.

Ao falar da confiança de que irá para o segundo turno, Alckmin contou a conversa que teve com o presidente do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), Luis Alberto Moreno, que mora em Washington, nos Estados Unidos.

Segundo Alckmin, ao consultar Moreno sobre a eleição norte-americana, o presidente do banco lhe informou que está totalmente indefinida e que a disputa entre o democrata Barack Obama e o republicano John McCain deverá se definir apenas dias antes da votação. "Eleição só se define nos últimos dias", afirmou Alckmin, que evitou se comparar a algum dos candidatos.

Partido difícil

Diferentemente do que tem feito em seu horário eleitoral, o candidato evitou criticar seus adversários durante seu discurso. Comentários mais ácidos tiveram como alvo apenas o PT, partido da candidata Marta Suplicy e que Alckmin disse ser "um problema". "Nós ressaltamos as dificuldades do PT, que elas existem, a população sabe. O PT é um partido difícil, partidariza muito", disse ao sair.

Após falar por cerca de 40 minutos, o candidato respondeu algumas perguntas da platéia. Sem dar explicações, o tucano resolveu pular uma pergunta sobre marketing político. Mais tarde, disse que preferiu priorizar outros temas por conta do tempo.

Uma consulta sobre hepatite C, no entanto, foi respondida por Alckmin, que aproveitou o ensejo para fazer uma piada sobre expectativa de vida recorrente em seu repertório.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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