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Brasil
17/09/2008 - 09h49

Deputado cassado por infidelidade partidária pede que TSE reconsidere decisão

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colaboração para a Folha Online

A defesa de Walter Brito Neto (PRB-PB), primeiro deputado federal a ter seu mandato cassado por infidelidade partidária pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), apresentou pedido de reconsideração a respeito da comunicação imediata da decisão. A defesa sustenta a necessidade da publicação de acórdão que rejeitou embargos que seriam indispensáveis à execução da decisão do tribunal.

A perda do mandato de Brito Neto foi determinada em março deste ano pelo órgão. O pedido partiu do DEM, que pediu execução imediata da decisão. Ao acolher o pedido, o ministro Carlos Ayres Britto, presidente do TSE, determinou que o suplente fosse empossado em dez dias, sem a necessidade da publicação do acórdão de julgamento dos embargos de declaração.

O prazo para a posse do suplente, Major Fábio (DEM-PB), acabou na segunda-feira (15), de acordo com o artigo 10 da resolução nº 22.610/2007, que trata da perda de mandato. A Câmara teria 10 dias para a substituição dos cargos.

No pedido de reconsideração, a defesa de Brito Neto argumenta que seu mandato foi cassado em ação atípica, não prevista na legislação.

A defesa também afirma que não há consenso em torno da constitucionalidade da resolução do TSE que trata da perda do mandato por infidelidade partidária e que o tema deve ser discutido em breve pelos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Comentários dos leitores
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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