Diretor da PF diz que é fantasiosa acusação de perseguição a Protógenes
KEYLA VIANA DIAS
colaboração para a Folha Online, em Brasília
O diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, negou nesta quarta-feira, na Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso, que a corporação tenha perseguido as ações do delegado Protógenes Queiroz.
Corrêa rebateu as acusações de Queiroz de que depois de reduzir o efetivo de policiais envolvidos na investigação da Satiagraha, a cúpula da PF também começou a vigiar os agentes que permaneceram no caso.
"A PF não faria isso. Não houve vigilância às ações do delegado Protógenes. Não houve qualquer movimentação de controle sobre as atividades do doutor Queiroz. Essa versão é fantasiosa. Se ele está sendo seguido é por outras pessoas que não são da Polícia Federal", contestou Corrêa.
Protógenes disse na noite de ontem ao site da revista "Época" que as informações levantadas pelos agentes encarregados de fazer a vigilância acabavam indo para as mãos do principal investigado do caso, o banqueiro Daniel Dantas.
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