Brasil
17/09/2008 - 15h33

Diretor da PF diz que é fantasiosa acusação de perseguição a Protógenes

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KEYLA VIANA DIAS
colaboração para a Folha Online, em Brasília

O diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, negou nesta quarta-feira, na Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso, que a corporação tenha perseguido as ações do delegado Protógenes Queiroz.

Corrêa rebateu as acusações de Queiroz de que depois de reduzir o efetivo de policiais envolvidos na investigação da Satiagraha, a cúpula da PF também começou a vigiar os agentes que permaneceram no caso.

"A PF não faria isso. Não houve vigilância às ações do delegado Protógenes. Não houve qualquer movimentação de controle sobre as atividades do doutor Queiroz. Essa versão é fantasiosa. Se ele está sendo seguido é por outras pessoas que não são da Polícia Federal", contestou Corrêa.

Protógenes disse na noite de ontem ao site da revista "Época" que as informações levantadas pelos agentes encarregados de fazer a vigilância acabavam indo para as mãos do principal investigado do caso, o banqueiro Daniel Dantas.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (730) 25/11/2009 09h14
Igor Bevilaqua (730) 25/11/2009 09h14
Prestem atenção que são os que deveriam ser investigados, os que nomeiam e colocam em cargos importantes, personagens de seus interesses..., cito como exemplo a "POLÍCIA FEDERAL"..., depois da troca de comando, depois do afastamente forçado do Delegado Protógenes..., nunca mais prendeu um deputado ou senador ou ainda magistrados envolvidos em roubos, escândalos, venda de sentenças e corrupção e etc..., então, tem duas hipóteses..., ou tem "GENTE DE CASA" no comando..., ou da noite para o dia..., "TODOS ELES FICARAM HONESTOS"..., o que, eu, particularmente, acho impossível. sem opinião
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Luís da Velosa (1424) 25/11/2009 08h12
Luís da Velosa (1424) 25/11/2009 08h12
Deu-me boa impressão o questionamento feito pelo Senado ao Dr. Trezza e as suas respostas equilibradas. Discrição, Dr. Trezza. Todo o Brasil está aguardando que a gestõ de V.Sa. se revista de sabedoria, de equidade e de força. sem opinião
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Nelson Vaughan (111) 22/11/2009 13h58
Nelson Vaughan (111) 22/11/2009 13h58
Infelizmente o STJ decide, mais uma vez, de forma política e em defesa de interesses particulares, envolvendo-se politicamente nas decisões. É uma pena ver o poder judiciário se prestar pasra isso. sem opinião
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