João Henrique lidera disputa em Salvador com 33% dos votos válidos, aponta Datafolha
da Folha Online
Pesquisa Datafolha publicada na edição deste domingo da Folha mostra que João Henrique Carneiro (PMDB) lidera com 33% dos votos válidos a disputa pela Prefeitura de Salvador. Na pesquisa anterior, ele tinha 28%.
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ACM Neto (DEM) manteve 27% dos votos válidos, e Walter Pinheiro (PT) teve oscilação de 25% para 24%. Antonio Imbassahy (PSDB), que tinha 16%, agora caiu cinco pontos e está com 11%. Hilton Coelho (PSOL) manteve 4% dos votos válidos.
Em relação às intenções de voto, João Henrique, que tinha 25%, subiu seis pontos e está com 31%; ACM Neto oscilou de 24% para 25% e Walter Pinheiro manteve 22%. Antonio Imbassahy, que tinha 14%, agora tem 10%. Hilton Coelho mantém os mesmos 4%. Votariam em branco ou nulo, 6%. Indecisos são 2%.
A pesquisa ouviu 1.644 eleitores entre os dias 3 e 4 de outubro, e a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O registro foi feito no TRE-BA (Tribunal Regional Eleitoral), sob o número 38475/2008.
Leia a pesquisa Datafolha completa na Folha deste domingo, que já está nas bancas.
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Bastante ponderado o comentário do ilustre professor Paulo Fábio. Principalmente no que se refere as estratégias dos candidatos a prefeito da Soteropólis. O PT realmente peca pela postura politicamente correta exagerada. Na verdade o candidato geddelista João Henrique, tem extrapolado os âmbitos municipais em suas críticas, esquecendo por ocasião, o fato do PMDB também fazer parte do Governo Estadual da Bahia. Acresça-se ao fato de que João Henrique sempre tentou se aproximar do PT estadual e federal, inclusive tem um irmão que foi candidato pelo PT a prefeito na cidade de Feira de Santana. Sendo o seu maior pecado, o desejo não consentido de ingressar no próprio PT, daí gerar hj a sua indignação por ter sido preterido pelo PT para a sua reeleição.
Do atual clima político, ao meu ver, se revela duas vertentes: a primeira a de que João Henrique não é uma pessoa em que se possa confiar, pois o mesmo pelo seu projeto pessoal, não tem escrupúlos de voltar, até para a casa materna do DEM, apesar das lendas ou não, dos maus tratos que seu pai João Durval - ex governador e atual senador, tenha sofrido do grupo do atual DEM. A segunda vertente é a falsa crença de que Geddel só queira a candidatura ao Senado. De maneira que qualquer resultado eleitoral abrirá uma fenda enorme nas coalizões que foram feitas. Acredito que o PT deverá romper com o PMDB, senão o fogo mui amigo nos bastidores prejudicará a reeleição de Wagner. Esse é o lado mais trash da política.
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Deixo claro que não tenho mais simpatia por político nenhum. O último para o qual votei foi o Lula, quando de sua eleição (primeira). Após a decepção não voto mais nem para síndico do prédio em que moro.
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6000 municípios! Quase.
Distritos resolveriam a custos bem menores.
Grave e infeliz opção para a Saúde.
Educação nem tanto.
Segurança é a mais indecorosa questão Federal por promover uma cínica insegurança jurídica cujo nome é:violência!
a) Não é difícil imaginar o porquê dos grandes centros urbanos,megalópoles, SP/RIO/BH,também RS/SA/RE pensarem -pela grandeza de toda ordem de seus municípios- como Nações.Assim, minimizam e não percebem uma questão fundamental que impõe obstáculo intransponível a existência da prestação de serviços na área de Saúde pública. E a Dengue bate, novamente, à porta e discutimos "Crise financeira nos EUA".O momento é temporão!
b) Não é difícil imaginar,também,os consideráveis custos relativos exigidos para prestação de serviços de saúde que são pulverizados:equipamentos; manutenção;material e,especialmente, mão-de-obra administrativa direta e indireta qualificada e escassa.
Os municípios com condições mínimas para gerir saúde contam-se nos dedos das mãos.Os demais não dispõem, sequer,da mais rudimentar capacitação administrativa:do Prefeito ao faxineiro.
Resultado:desperdício,incompetência,furto,corrupção;enfim,um enorme sorvedouro de recursos públicos.
2º turno de eleições somente para municípios com mais de 200.000 eleitores(?).Por que não recursos de saúde somente para estes? E,para os demais:o Estado federado como,na prática já o é?
Sds. e sugestões barata's
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