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Veja lista de vereadores eleitos em Salvador
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da Folha Online
Os eleitores de Salvador escolheram ontem 41 vereadores para a Câmara Municipal da capital da capital baiana. Os eleitos foram os vereadores mais votados de cada partido ou coligação levando em consideração o quociente eleitoral.
Para realizar o cálculo, em primeiro lugar é necessário somar o número de votos válidos para vereador na cidade --todos os votos excluídos brancos e nulos. Esse número é dividido pelo total de vagas no legislativo municipal --41 no caso de Salvador--, resultando no quociente eleitoral.
Por conta do quociente eleitoral, alguns candidatos que obtiveram votação menor que algum concorrente conseguiram se eleger. É o caso, por exemplo, do Moisés Rocha (PT), que se elegeu com 5.402 votos, enquanto a candidata Ariane Carla (PTB), com 7.640 votos, ficou de fora.
Veja a lista dos vereadores eleitos em Salvador e sua respectiva votação:
PMDB
Alan Sanches (15.206)
Alfredo Mangueira (10.608)
Pedrino Pepê (8.779)
Everaldo Bispo (8.010)
Pedro Godinho (7.856)
Sandoval Guimarães (6.970)
PRB
Sidelvan Nóbrega (13.921)
Dr. Pitangueira (8.414)
PR
Isnard Araujo (13.887)
Leo Kret do Brasil (12.861)
DEM
Tia Eron (12.552)
Andrea Mendonça (10.169)
Paulo Magalhães Junior (8.507)
PT
Carballal (10.180)
Gilmar Santiago (7.126)
Dr. Giovanni (6.943)
Marta Rodrigues (6.885)
Vania Galvão (6.882)
Moisés Rocha (5.402)
PTB
David Rios (9.961)
PSC
Adriano Meireles (9.191)
Erivelton Santana (6.673)
Alberto Braga (6.098)
Pc do B
Olivia Santana (9.147)
Aladilce (6.976)
PMN
Pastor Luciano (9.123)
Edson da União (8.477)
PDT
Gilberto José (8.683)
Odiosvaldo (8.135)
PSDB
Paulo Câmara (7.834)
Jorge Jambeiro (7.598)
PSB
Palhinha (7.732)
Lau (7.028)
PRP
Alemão (7.633)
PTC
Teo Senna (7.048)
PTN
Carlos Muniz (6.544)
Luizinho Sobral (5.683)
PPS
Joceval Rodrigues (6.305)
PSL
Alcindo da Anunciação (5.981)
Alan Castro (5.482)
PT do B
TC Mustafa (5.907)
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Bastante ponderado o comentário do ilustre professor Paulo Fábio. Principalmente no que se refere as estratégias dos candidatos a prefeito da Soteropólis. O PT realmente peca pela postura politicamente correta exagerada. Na verdade o candidato geddelista João Henrique, tem extrapolado os âmbitos municipais em suas críticas, esquecendo por ocasião, o fato do PMDB também fazer parte do Governo Estadual da Bahia. Acresça-se ao fato de que João Henrique sempre tentou se aproximar do PT estadual e federal, inclusive tem um irmão que foi candidato pelo PT a prefeito na cidade de Feira de Santana. Sendo o seu maior pecado, o desejo não consentido de ingressar no próprio PT, daí gerar hj a sua indignação por ter sido preterido pelo PT para a sua reeleição.
Do atual clima político, ao meu ver, se revela duas vertentes: a primeira a de que João Henrique não é uma pessoa em que se possa confiar, pois o mesmo pelo seu projeto pessoal, não tem escrupúlos de voltar, até para a casa materna do DEM, apesar das lendas ou não, dos maus tratos que seu pai João Durval - ex governador e atual senador, tenha sofrido do grupo do atual DEM. A segunda vertente é a falsa crença de que Geddel só queira a candidatura ao Senado. De maneira que qualquer resultado eleitoral abrirá uma fenda enorme nas coalizões que foram feitas. Acredito que o PT deverá romper com o PMDB, senão o fogo mui amigo nos bastidores prejudicará a reeleição de Wagner. Esse é o lado mais trash da política.
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Deixo claro que não tenho mais simpatia por político nenhum. O último para o qual votei foi o Lula, quando de sua eleição (primeira). Após a decepção não voto mais nem para síndico do prédio em que moro.
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6000 municípios! Quase.
Distritos resolveriam a custos bem menores.
Grave e infeliz opção para a Saúde.
Educação nem tanto.
Segurança é a mais indecorosa questão Federal por promover uma cínica insegurança jurídica cujo nome é:violência!
a) Não é difícil imaginar o porquê dos grandes centros urbanos,megalópoles, SP/RIO/BH,também RS/SA/RE pensarem -pela grandeza de toda ordem de seus municípios- como Nações.Assim, minimizam e não percebem uma questão fundamental que impõe obstáculo intransponível a existência da prestação de serviços na área de Saúde pública. E a Dengue bate, novamente, à porta e discutimos "Crise financeira nos EUA".O momento é temporão!
b) Não é difícil imaginar,também,os consideráveis custos relativos exigidos para prestação de serviços de saúde que são pulverizados:equipamentos; manutenção;material e,especialmente, mão-de-obra administrativa direta e indireta qualificada e escassa.
Os municípios com condições mínimas para gerir saúde contam-se nos dedos das mãos.Os demais não dispõem, sequer,da mais rudimentar capacitação administrativa:do Prefeito ao faxineiro.
Resultado:desperdício,incompetência,furto,corrupção;enfim,um enorme sorvedouro de recursos públicos.
2º turno de eleições somente para municípios com mais de 200.000 eleitores(?).Por que não recursos de saúde somente para estes? E,para os demais:o Estado federado como,na prática já o é?
Sds. e sugestões barata's
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