PPS fecha com Pinheiro; João Henrique ganha apoio de partidos que estavam com ACM Neto
LUIZ FRANCISCO
da Agência Folha, em Salvador
A quatro dias do início do horário eleitoral gratuito na disputa do segundo turno em Salvador, o deputado federal Walter Pinheiro (PT) recebeu nesta quinta-feira o apoio do PPS, único partido que participou da coligação comandada pelo ex-prefeito Antonio Imbassahy (PSDB) na primeira fase da disputa. O PSDB já havia anunciado o apoio ao candidato petista na última terça-feira.
"Estávamos juntos na eleição do governador Jaques Wagner [PT] e continuamos juntos. Fico feliz porque recebi o apoio, que não é uma relação de troca, mas em torno de um projeto para a cidade", disse Pinheiro.
Também hoje, adversário de Pinheiro no segundo turno, o prefeito João Henrique Carneiro (PMDB), ganhou a adesão de quatro pequenos partidos que apoiaram a candidatura do deputado federal Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM) no primeiro turno --PRP, PSDC, PT do B e PTN.
"Sempre fomos simpáticos ao projeto de João Henrique. Acreditamos que nesta etapa da eleição, em que o nosso candidato ficou fora da disputa, ele é o melhor para administrar Salvador", afirmou Jorge Aleluia, presidente do diretório estadual do PRP.
"O programa de governo de João Henrique reflete a linha programática do PT do B, o que permite um apoio confortável do partido à reeleição do prefeito", disse Dilma Gramacho, presidente do diretório estadual do PT do B.
PR e DEM
O PR, que também apoiou a candidatura de ACM Neto no primeiro turno, deve anunciar amanhã o apoio à campanha do prefeito João Henrique.
A decisão foi tomada hoje em Brasília, durante um encontro entre o senador César Borges (PR) --que comanda a legenda na Bahia-- e outras lideranças do partido.
A decisão do PR abre caminho para o DEM tomar a mesma decisão --desde o início da semana, três encontros foram realizados entre representantes do DEM e do PMDB. Segundo assessores dos dois partidos, o acordo deverá ser fechado até o próximo domingo.
Colaborou BRENO COSTA, da Agência Folha
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Bastante ponderado o comentário do ilustre professor Paulo Fábio. Principalmente no que se refere as estratégias dos candidatos a prefeito da Soteropólis. O PT realmente peca pela postura politicamente correta exagerada. Na verdade o candidato geddelista João Henrique, tem extrapolado os âmbitos municipais em suas críticas, esquecendo por ocasião, o fato do PMDB também fazer parte do Governo Estadual da Bahia. Acresça-se ao fato de que João Henrique sempre tentou se aproximar do PT estadual e federal, inclusive tem um irmão que foi candidato pelo PT a prefeito na cidade de Feira de Santana. Sendo o seu maior pecado, o desejo não consentido de ingressar no próprio PT, daí gerar hj a sua indignação por ter sido preterido pelo PT para a sua reeleição.
Do atual clima político, ao meu ver, se revela duas vertentes: a primeira a de que João Henrique não é uma pessoa em que se possa confiar, pois o mesmo pelo seu projeto pessoal, não tem escrupúlos de voltar, até para a casa materna do DEM, apesar das lendas ou não, dos maus tratos que seu pai João Durval - ex governador e atual senador, tenha sofrido do grupo do atual DEM. A segunda vertente é a falsa crença de que Geddel só queira a candidatura ao Senado. De maneira que qualquer resultado eleitoral abrirá uma fenda enorme nas coalizões que foram feitas. Acredito que o PT deverá romper com o PMDB, senão o fogo mui amigo nos bastidores prejudicará a reeleição de Wagner. Esse é o lado mais trash da política.
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Deixo claro que não tenho mais simpatia por político nenhum. O último para o qual votei foi o Lula, quando de sua eleição (primeira). Após a decepção não voto mais nem para síndico do prédio em que moro.
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6000 municípios! Quase.
Distritos resolveriam a custos bem menores.
Grave e infeliz opção para a Saúde.
Educação nem tanto.
Segurança é a mais indecorosa questão Federal por promover uma cínica insegurança jurídica cujo nome é:violência!
a) Não é difícil imaginar o porquê dos grandes centros urbanos,megalópoles, SP/RIO/BH,também RS/SA/RE pensarem -pela grandeza de toda ordem de seus municípios- como Nações.Assim, minimizam e não percebem uma questão fundamental que impõe obstáculo intransponível a existência da prestação de serviços na área de Saúde pública. E a Dengue bate, novamente, à porta e discutimos "Crise financeira nos EUA".O momento é temporão!
b) Não é difícil imaginar,também,os consideráveis custos relativos exigidos para prestação de serviços de saúde que são pulverizados:equipamentos; manutenção;material e,especialmente, mão-de-obra administrativa direta e indireta qualificada e escassa.
Os municípios com condições mínimas para gerir saúde contam-se nos dedos das mãos.Os demais não dispõem, sequer,da mais rudimentar capacitação administrativa:do Prefeito ao faxineiro.
Resultado:desperdício,incompetência,furto,corrupção;enfim,um enorme sorvedouro de recursos públicos.
2º turno de eleições somente para municípios com mais de 200.000 eleitores(?).Por que não recursos de saúde somente para estes? E,para os demais:o Estado federado como,na prática já o é?
Sds. e sugestões barata's
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