Fogaça e Rosário trocam acusações sobre educação em Porto Alegre
GRACILIANO ROCHA
da Agência Folha, em Porto Alegre
No primeiro debate do segundo turno da eleição para a Prefeitura de Porto Alegre, o candidato à reeleição José Fogaça (PMDB) e a petista Maria do Rosário trocaram acusações sobre a gestão da educação na cidade.
O prefeito acusou as administrações do PT, partido que governou a cidade entre 1989 e 2004, de "falsificar" dados sobre freqüência escolar nas creches do município.
Segundo Fogaça, os antecessores contabilizaram 5.500 estudantes que não iam à aula para obter mais dinheiro do então Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério).
Maria do Rosário criticou a prefeitura por perda de verbas no setor. A petista disse que a prefeitura deixou de receber R$ 16 milhões em 2008 porque as escolas não foram registradas no censo do Ministério da Educação.
O debate de ontem foi realizado pela TV Com (UHF e cabo). A emissora, que pertence ao grupo RBS, estima audiência de 250 mil pessoas.
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Eu descobri uma nova formala, embora não guarda nada em arquivos para não perder tempo, para cada sensurado eu escrevo 10 sei que derepente eles podem passar batido em um e deixar ele ser editado.
E assim caminho nosso Democracia onde não temos o direito de escrever o que queremos, mas somos obrigados a ler as besteiras, as mentiras que todos os dias entram em nssos lares em nossas mentes por meio da comunicação.
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1. Uma eleiçao municipal se resolve no município. Há um enorme equívoco na largada da campanha: a federalização. Alguém tinha que lembrar que quem governa a cidade é o prefeito, mas ela só fala q o Lula vai fazer e acontecer.
2. Se depender do Lula, AMBOS são candidatos dele.
3. Eleição municipal é do municipio, da cidade, não adianta trazer ministro prá dar pitaco, pode impressionar os colegas de partido ou comunidades não esclarecidas. Para uma população esclarecida e crítica, como a candidata mesmo diz, não conta. Tem gente na foto q nem sabe onde está.
4. Não dá prá só dar porrada com ar professoral e arrogante; se não foi bom, a verdade é q tb não foi tão ruim assim.
5. Tem q reconhecer o telhado de vidro, afinal. foram 16 anos de acertos e erros. Em vez de só incorporar idéias de outros estados e partidos, antes criticados ferozmente, tem procurar valorizar o que foi bom.
7. O PT local tem uma tradição de não saber dividir o poder, quem garante que mudou? Quem pode aceitar como honesta uma proposta de escola integral depois de tão criticada.
6. O mais difícil: reconhecer q não são os donos da verdade.
7. Há uma rejeição e esta também passa pelo bloco de esquerda, que não migrou.
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