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Brasil
14/10/2008 - 17h36

Prefeito de Praia Grande nega envolvimento com Paulinho da Força Sindical

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

Acusado de participar de um esquema de pagamento de propinas, o prefeito de Praia Grande (SP), Alberto Mourão (PSDB), negou nesta terça-feira envolvimento com o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força Sindical, em um suposto processo de cobrança de "comissões" para a facilitar a liberação de recursos públicos. Mourão prestou depoimento hoje ao Conselho de Ética da Câmara.

Investigado pela Polícia Federal, o prefeito é acusado de ter repassado R$ 2,6 milhões em propina como garantia para aprovação de um financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), avaliado em R$ 124 milhões.

"Tenho certeza absoluta que não tive nenhum contato com o senhor Paulo da Força Sindical", afirmou Mourão. "[O deputado] Nunca me procurou para tratar de nada [sobre financiamentos do BNDES]."

O prefeito foi chamado a depor no Conselho de Ética da Câmara pelo relator do caso Paulinho, deputado Paulo Piau (PMDB-MG). Nas investigações da Operação Santa Tereza, da Polícia Federal, o prefeito foi citado em meio às apurações sobre irregularidades envolvendo o BNDES com participação do deputado e várias pessoas ligadas a ele.

"Uma coisa que estou certo é que não houve desvio de dinheiro público", disse o prefeito. "Está claro para mim que fizeram muita marola. O difícil é reverter isso. A democracia só existe quando existe o direito das pessoas respeitadas. Invertemos os fatores, todos somos culpados até que se prove o contrário", afirmou ele.

O relator do caso no Conselho de Ética, disse que sua missão era "espinhosa". "A Casa [Câmara] vem sendo achincalhada. Este conselho tem uma responsabilidade muito grande. Muitas vezes a falta de decoro não significa um crime, mas o envolvimento com alguém que praticou o crime", afirmou.

Comentários dos leitores
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
GILBERTO DA SILVA (1) 20/10/2009 18h12
esses politicos nao tem o que fazer fica ai criando vagabundos... nao deixa quem quer trabalhar, fica ai fazendo lei pra criar vagabundo... se ele nao tem nada q fazer porque nao vai ver aquelas pessas q passa fome... porque nao vai ver as mordomias dos ladroes... nos q somos trabalhadores nao queremos mordomia... queremos trabalhar e ganhar nosso dinheiro... vc nao ta vendo q a china ta atacando o pais ja ja nao tem emprego aqui... ainda vem vc querer reduzir nossa carga horaria, pelo amor de deus cuida entao da sua vida e larga a do povo q vc nao serve pra cuidar nem dos cachorrinhos... eu nao quero reducao na carga horaria quero trabalhar ate mais se for preciso... mas deixa nos em paz e deixa nos trabalhar se vc nao sabe que isso... sem opinião
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Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Bolinha da Lulu (637) 16/06/2009 23h07
Caros Senhores;
Este senhor Paulinho da Força, que agor se ve enrolado com BNDES, e com a ONG da sua esposa, foi o mesmo sindicalista que admitiu no programa Opinião Nacional da TV Cultura, que ele havia pedido ao prizidenti Lulla, para vetar o artigo que obrigava as contas dos sindicatos e centrais serem auditadas pelo TCU e o prizidenti vetou.
E o Nobre paralamentar, afirmou que não deveria ser auditado pois era dinheiro do trabalhador e assim não governamental.
Foi quando o Almir Pazzianotto, corrigiu-o lembrando que o dinheiro advinha do IMPOSTO SINDICAL e como o próprio nome diz, IMPOSTO, quer dizer obrigatorio e assim público, passível de ser auditado.
A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
SE ELE NÃO QUERIA QUE O DINHEIRO FOSSE AUDITADO, QUAL O MOTIVO QUE ELE TERIA?
SERÁ QUE HÁ A NECESSIDADE DE ESCLARECER MAIS ALGUMA COISA ?
sem opinião
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ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ruggerio manca (29) 15/06/2009 18h21
ela e inocente , culpado sou. sem opinião
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