Campanha de Maria do Rosário troca marqueteiro em Porto Alegre
FELIPE BÄCHTOLD
da Agência Folha
Restando menos de duas semanas para o segundo turno da eleição para a Prefeitura de Porto Alegre, a candidata Maria do Rosário (PT) trocou o marqueteiro responsável pela campanha dela na TV e no rádio.
Augusto Fonseca, que trabalhou anteriormente para o publicitário Duda Mendonça e para candidaturas de Marta Suplicy em São Paulo e de Fernando Pimentel em Belo Horizonte, deixou a campanha petista no Rio Grande do Sul.
O substituto, segundo a assessoria da candidata, é Alexandre Augusto, que atuou na vitoriosa candidatura de João da Costa, também do PT, no primeiro turno em Recife (PE).
Segundo a direção de campanha de Rosário, a saída foi motivada por um impasse em relação à remuneração pelo trabalho no segundo turno.
A coordenação afirma que o contrato do marqueteiro com a candidata se encerrou no primeiro turno e que o trabalho de Augusto Fonseca foi bem-sucedido na primeira parte da eleição em Porto Alegre.
Dentro do partido, porém, houve insatisfação com os rumos da campanha no primeiro turno. O deputado estadual e ex-prefeito Raul Pont, por exemplo, disse na semana passada que a candidata do PT deveria ter adotado já no primeiro turno um comportamento mais agressivo de oposição ao prefeito José Fogaça (PMDB), que concorre à reeleição.
Para Pont, a circunstância contribuiu para o crescimento da candidatura de Manuela D'Ávila (PC do B) e criou "uma confusão entre eleitores". Manuela chegou a ficar em segundo lugar nas pesquisas.
Em 5 de outubro, Fogaça obteve nas urnas 43,8% dos votos válidos. Maria do Rosário teve 22,7% e Manuela ficou com 15,3%. Segundo pesquisa do Ibope, o prefeito agora está com 51% das intenções de voto, enquanto a candidata petista permanece com 40%.
Para o coordenador de jornalismo da campanha de Rosário, Felipe De Angelis, deve haver uma mudança "natural" na propaganda da candidata com a troca de comando. "Quando chegam pessoas novas, elas têm idéias novas e diferentes", disse.
Augusto Fonseca não foi localizado ontem pela reportagem para comentar sua saída da candidatura do PT.
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Eu descobri uma nova formala, embora não guarda nada em arquivos para não perder tempo, para cada sensurado eu escrevo 10 sei que derepente eles podem passar batido em um e deixar ele ser editado.
E assim caminho nosso Democracia onde não temos o direito de escrever o que queremos, mas somos obrigados a ler as besteiras, as mentiras que todos os dias entram em nssos lares em nossas mentes por meio da comunicação.
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1. Uma eleiçao municipal se resolve no município. Há um enorme equívoco na largada da campanha: a federalização. Alguém tinha que lembrar que quem governa a cidade é o prefeito, mas ela só fala q o Lula vai fazer e acontecer.
2. Se depender do Lula, AMBOS são candidatos dele.
3. Eleição municipal é do municipio, da cidade, não adianta trazer ministro prá dar pitaco, pode impressionar os colegas de partido ou comunidades não esclarecidas. Para uma população esclarecida e crítica, como a candidata mesmo diz, não conta. Tem gente na foto q nem sabe onde está.
4. Não dá prá só dar porrada com ar professoral e arrogante; se não foi bom, a verdade é q tb não foi tão ruim assim.
5. Tem q reconhecer o telhado de vidro, afinal. foram 16 anos de acertos e erros. Em vez de só incorporar idéias de outros estados e partidos, antes criticados ferozmente, tem procurar valorizar o que foi bom.
7. O PT local tem uma tradição de não saber dividir o poder, quem garante que mudou? Quem pode aceitar como honesta uma proposta de escola integral depois de tão criticada.
6. O mais difícil: reconhecer q não são os donos da verdade.
7. Há uma rejeição e esta também passa pelo bloco de esquerda, que não migrou.
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