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Brasil
21/10/2008 - 08h33

Assistencialismo e máquina impulsionam Gabeira e Paes no Rio

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da Folha Online

Embora se apresentem como renovação, Eduardo Paes (PMDB) e Fernando Gabeira (PV), candidatos a prefeito do Rio, têm em suas bases de apoio velhas práticas: uso da máquina pública e assistencialismo, informa nesta terça-feira reportagem de Italo Nogueira, publicada pela Folha (íntegra somente para assinantes do jornal ou do UOL).

Segundo a reportagem, vereadores eleitos com uma rede assistencialista de atendimento a comunidades carentes auxiliam Gabeira nas zonas oeste e suburbana, onde ele teve seu pior desempenho. Já Paes teve na campanha apoio indireto da máquina estadual, comandada por Sérgio Cabral --seu padrinho político.

Gabeira afirma que não vai se beneficiar da rede de centros sociais mantidas por vereadores aliados. Paes e o governo do Estado negam uso da máquina pública durante a campanha.

A Folha informa que, na base do verde, está a vereadora tucana Lucinha, a quem Gabeira pediu desculpas após chamá-la de 'analfabeta política' em conversa telefônica ouvida por jornalistas. Ela mantém na zona oeste sete centros sociais e oferece cursos e serviços gratuitos.

Também têm centros sociais os vereadores reeleitos João Cabral (DEM) e Teresa Bergher (PSDB). Cabral diz não fazer uso político do centro, mas assume que atraem votos. "[Alguns que vão ao centro] ajudam na campanha. Não é política assistencialista. É trabalho assistencial. Se tiver retorno político, ótimo", disse.

Leia mais na Folha desta terça-feira, que já está nas bancas.

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