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Brasil
23/10/2008 - 19h34

Ministério Público instaura inquérito para apurar nepotismo no Legislativo e Executivo

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O Ministério Público Federal do Distrito Federal e Territórios instaurou nesta quinta-feira inquérito civil público para apurar os casos de nepotismo na Câmara, no Senado e também no Executivo --nos órgãos da administração direta e indireta.

Também hoje os procuradores pediram ao procurador-geral da República, Antônio Fernando Souza, que envie ofícios requerendo informações detalhadas sobre o assunto. Os ofícios foram encaminhados à Câmara, ao Senado e ao Ministério do Planejamento.

Souza deve encaminhar os ofícios para os presidentes do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), e da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), além do ministro Paulo Bernardo (Planejamento) para que enviem informações detalhadas sobre eventuais casos de nepotismo. Eles terão prazo de dez dias para dar suas respostas.

O inquérito sobre os casos de nepotismo no Legislativo e no Executivo é comandado por duas procuradoras. A procuradora Ana Carolina Roman é responsável pelas informações relativas à Câmara, enquanto Ana Carolinna Resende conduz as investigações sobre o Senado e o Executivo.

A Folha Online apurou que não há prazo definido para que as procuradoras concluam suas análises. Porém, é esperado que as autoridades encaminhem suas informações até a próxima semana interesse em contribuir com a obediência da súmula vinculante definida pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

No Senado, Garibaldi recuou na determinação inicial que autorizava a manutenção de alguns parentes de políticos. Depois da indicação do procurador-geral sobre a ordem expressa para seguir a súmula, o peemedebista comandou a exoneração de 86 funcionários.

Na Câmara, Chinaglia evitou entrar em conflito com os colegas deputados. Segundo ele, cada parlamentar seria responsável por apontar casos de nepotismo e as demissões ocorreriam em seguida.

Comentários dos leitores
Alziro Ribeiro da Silva (23) 26/10/2009 10h17
Alziro Ribeiro da Silva (23) 26/10/2009 10h17
Se esta conversa grampiada tiver estes termos parece mais é conversa de bandidos, o que pode esperar de quem conversa assim em codigo, o pior é que não acontece nada, fica tuda na boa. sem opinião
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Maria do Rosario Freitas (106) 01/10/2009 09h00
Maria do Rosario Freitas (106) 01/10/2009 09h00
Agora parece que alguém pretende por ordem no pedaço! Tudo é normal quando todos assumem o que faz, porém certos partidos politicos por ai acham que precisam o tempo todo esconder seus podres e mostrar o dos outros! Ai o País vira casa da Mãe Joana. Uma fofoca atrás da outro e projeto politicos para a sociedade não aprecem nunca. Tem governador que pratica todo tipo de opressão e repressão e a midia nada divulga, para este tipo de governante a Constituição virou papel de banheiro, mas os jornais nada publica não é mesmo. Os jornalista estão precisando fazer seu trabalho em Minas Gerais ou será que é crime omitir informações só sobre alguns politicos por ai? Se mexerem na caixa preta da Educação Mineira... sem opinião
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Waldemar Schisbelgs (15) 30/09/2009 20h37
Waldemar Schisbelgs (15) 30/09/2009 20h37
Dizem que não existe crime perfeito!!! Quem matou P.C. Farias e Ana Marcolino? Quem matou Daniel Dantas? Quem matou JK? Quem matou Castelo Branco? Tancredo Neves teve mesmo diverticuliti? E o Ulisses Guimarães, porque só ele ficou preso pelo cinto de segurança no helicóptero. Alguns destes homens, poderiam ter mudado alguma coisa neste país, mas outros homens não tiveram interesse nestas mudanças, daí...... sem opinião
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