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Brasil
29/10/2008 - 12h21

Cúpula do PMDB vai orientar Cabral e Paes para que atuem em parceria com correligionários

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

Sem apoio político do PMDB do Rio, o governador do Estado, Sérgio Cabral (PMDB), e o prefeito eleito da capital, Eduardo Paes (PMDB), receberão nesta quarta-feira uma recomendação direta da cúpula do partido: para que evitem o mal-estar interno e atuem pela parceria. A orientação deverá ocorrer na tarde de hoje quando Cabral e Paes se reunirão com os peemedebistas em Brasília.

Cabral e Paes, acompanhados de vários integrantes do governo estadual do Rio, passam o dia hoje em Brasília. O governador e o prefeito eleito têm encontros marcados com o presidente da República e o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), além do comando nacional do PMDB.

Interlocutores peemedebistas afirmam que a bancada do PMDB do Rio reclama que Cabral não dá atenção aos deputados federais, estaduais, nem aos vereadores. Também queixam da falta de espaço político e de oportunidades para apresentarem suas propostas.

Paralelamente, Paes --que é apontado como afilhado político de Cabral-- sofre as conseqüências das resistências de boa parte do PMDB e ainda de ter ingressado no partidos às vésperas de chancelar seu nome na corrida pela prefeitura.

A Folha Online apurou que integrantes da cúpula do PMDB temem que, sem um bom relacionamento com os correligionários, Cabral e Paes tenham dificuldades em administrar. Daí a recomendação para que dêem mais atenção aos políticos do partido.

A crise entre Cabral e o PMDB do Rio foi agravada pelo fato de o governador ter perdido as eleições nos principais municípios, dos 92 fluminenses.

As críticas contra Cabral pesam pelo fato de ele não ter conseguido conquistar Nova Iguaçu, Caxias e Niterói.

O que pesa a favor de Cabral é o fato de ele ter conseguido eleger Paes em uma disputa acirrada com o deputado Fernando Gabeira (PV) e ter apoio integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Do contrário, afirmam peemedebistas, a situação do governador ficaria mais delicada do que está.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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