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Brasil
29/10/2008 - 22h16

Operação Guanabara pode se repetir em outras eleições, diz presidente do TRE-RJ

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da Folha Online

A Operação Guanabara, realizada pela Justiça Eleitoral para garantir a segurança nas eleições municipais no Rio de Janeiro, poderá se repetir em outros pleitos, segundo avaliação do presidente em exercício do TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio de Janeiro, desembargador Alberto Motta Moraes.

A operação utilizou cerca de 45 mil homens e mulheres do Exército e da Marinha durante a campanha eleitoral. Segundo o Ministério da Defesa, em média, 2.000 soldados trabalharam todos os dias em comunidades dominadas pelo tráfico de drogas e por milícias. No dia do primeiro turno da eleição, atuaram 4.342 militares.

As forças federais chegaram ao Rio no dia 11 de setembro para atuar em 22 comunidades do Rio, quatro de Duque de Caxias, uma de São Gonçalo e em Campos dos Goytacazes.

Para Moraes, a atuação das Forças Armadas foi uma sinalização de que, nas eleições, é necessária uma intervenção mais forte do Estado para garantir o próprio exercício da cidadania.

"Nós sabemos que a situação do Rio de Janeiro, em termos de segurança pública é preocupante, de forma que não é possível ficar só na dependência das polícias, pois o efetivo delas não é suficiente para garantir um pleito dessa envergadura. Hoje terminou uma etapa, mas não o procedimento", disse Moraes na cerimônia de encerramento da operação.

Segundo o presidente em exercício, o TRE-RJ começa já em janeiro a preparar o pleito de 2010. Embora considere que as eleições para vereador sejam as mais conturbadas, o desembargador disse acreditar que a disputa para deputados estaduais e federais também represente um componente de preocupação.

"Esses candidatos contam com apoios dos vereadores, de forma que é necessária uma grande atenção também. As reais necessidades de segurança terão de ser avaliadas mais à frente, mas já há conversas com as Forças Armadas para uma eventual participação", afirmou.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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