Tarso volta a questionar AGU e cobra punição a torturador
da Folha Online
Os ministros Tarso Genro (Justiça) e Paulo Vannuchi (Secretaria de Direitos Humanos) planejam uma estratégia para derrubar o parecer da AGU (Advocacia Geral da União) que considera perdoados pela Lei da Anistia os crimes de tortura cometidos durante a ditadura (1964-1985), informam Andréa Michael, Letícia Sander e Eduardo Scolese em reportagem publicada nesta sexta-feira na Folha (íntegra somente para assinantes do jornal ou do UOL).
| Alan Marques/Folha Imagem |
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| Ministro Tarso disse que respeita a opinião da AGU mas que não concorda com ela |
O parecer da AGU considera perdoados pela Lei da Anistia os crimes de tortura praticados durante o regime militar.
Segundo a reportagem, o advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli, disse que não via motivo para rever o parecer e que, por enquanto, ainda não recebeu nenhuma contestação do documento.
Tarso afirma na reportagem que respeita a opinião da AGU mas que não concorda com ela. Para o ministro, tortura é crime comum, de lesa-pátria e não crime político.
Ontem, Vannuchi disse que irá pedir à AGU uma reconsideração sobre a decisão de defender o ex-coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, apontado pelo Ministério Público Federal como torturador no período em que dirigiu o DOI/Codi (Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna do Exército, com base em vários depoimentos de torturados.
Na ação, Ustra e seu colega Audir dos Santos Maciel (já falecido) são acusados pela tortura de presos políticos e morte de, pelo menos, 64 deles, entre os anos de 1970 e 1976.
"Com a maior humildade, sem nenhum sentimento litigante, pedirei ao meu colega ministro [Toffoli] que reveja, sim, e faça isso o mais urgentemente possível", afirmou Vannuchi.
Segundo Vannuchi, o documento apresentado pela AGU à 8ª Vara Federal Cível de São Paulo para justificar a posição do governo se mostra "equivocado" em três pontos. Primeiro, ao considerar que a Lei da Anistia protege torturadores e autores de crime continuado. Depois, ao dizer que o MPF invadiu alçada da advocacia privada por se tratar de direito individual. E terceiro, ao passar a idéia de que não há documentos nem arquivos a serem revelados, quando o assunto está sendo conduzido pela própria Casa Civil da Presidência da República.
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Especial



HAHAHAHAHAHA.....
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Bem SR. Procurador o seu papel é julgar a corrupção e a aposentadia de quem já ganha muito em outras aposentadorias mais o dinheiro da Presidencia vitalicia do PT, não tem necessidade disso.
Vou lhe contar uma triste histórinha, minha mãe se aposentou com tres salarios minimos a mais ou menos 22 anos atras hoje ela ganha 695,00, veja bem Sr. Procurador, ela pagou para se aposentar e o dinheiro dela e de outros aposentados que estão precisando com mais de 80 anos é transferido para ganha um monte de aposentarias, são aposentarias e premios por todos os lados.
Dizem que o filho do Presidente comprou uma fazenda chamada de fortaleza por 50 milhões, eles ganhava 1.500,00 reais por mes e conseguiu com suas economias comprar essa fazenda.
Será que o Pai dele não ajudou com as economias das aposentadorias.
Com tudo isso sinto vergonha de ser brasileiro, ou se não tenho vergonha de ser brasileiro tenho nojo de ter pessoas desse tipo como o Sr. Procurar vivendo com o meu dinheiro.
É dificil aceitar isso tudo assim, ainda por cima temos a violência que o Sr. não faz nada e nosso Presidente assiste a tudo a 7 anos, deixando chegar aos limites da destruição social.
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Claro que é. Ilegal e criminoso é o benefício dos aposentados que foi lesado pelo FHC e confirmado pelo novo Governo.
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