Lula deve arbitrar decisão da AGU sobre punição a torturadores da ditadura
da Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao retornar de viagem ao exterior, deverá avaliar argumentos divergentes dentro de seu governo e arbitrar o posicionamento da AGU (Advocacia Geral da União), no processo em que o ex-coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra e seu colega Audir dos Santos Maciel (já falecido) são acusados pela tortura de presos políticos e pela morte de, pelo menos, 64 deles, entre os anos de 1970 e 1976. A informação foi apurada junto a colaboradores do presidente.
O documento já apresentado pela AGU à 8ª Vara Federal Cível de São Paulo, onde corre o processo movido pelo MPF (Ministério Público Federal), ressalta um "entendimento técnico", nas palavras da assessoria do órgão, de que a Lei de Anistia brasileira abrange os atos praticados por agentes de Estado em virtude do caráter amplo, geral e irrestrito do benefício.
Este também seria o entendimento do Ministério da Defesa e dos comandantes das Forças Armadas. Mas a peça foi contestada pelo ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, para quem a Lei da Anistia não protege torturadores, enquanto autores de crime continuado. A mesma tese foi defendida pelo ministro da Justiça, Tarso Genro.
Em entrevista concedida ontem (30), Vannuchi chegou a dizer que "com a maior humildade, sem nenhum sentimento litigante", procuraria a AGU para defender uma reconsideração.
Até o fim da tarde desta sexta-feira, entretanto, o ministro da Advocacia-Geral da União, José Antonio Dias Toffoli, não foi contatado, segundo informou sua assessoria, por nenhum integrante do governo no sentido de que a AGU reveja o parecer.
Por se tratar de um tema sensível, que envolve paixões, lutas históricas, incompreensões e esclarecimentos demandados pelas famílias dos mortos e desaparecidos no regime militar, os agentes do governo têm sido comedidos em declarações, cientes de que há claras divergências internas que podem se acentuar.
A intenção do presidente Lula intervir, confirmada nos bastidores, já tinha sido aventada publicamente por Vannuchi. "Ele [Lula] definirá certamente como árbitro de qualquer disputa que haja de compreensão entre ministérios", disse Vannuchi, ontem.
Para ressaltar a convicção de que prevalecerá a tese defendida por sua secretaria, pela qual o governo deve esclarecimentos às famílias dos mortos e desaparecidos, o ministro citou, em recorrentes entrevistas, que o presidente da República já lhe garantiu não querer passar para a história como alguém que "jogou uma pedra sobre esse assunto."
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HAHAHAHAHAHA.....
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Bem SR. Procurador o seu papel é julgar a corrupção e a aposentadia de quem já ganha muito em outras aposentadorias mais o dinheiro da Presidencia vitalicia do PT, não tem necessidade disso.
Vou lhe contar uma triste histórinha, minha mãe se aposentou com tres salarios minimos a mais ou menos 22 anos atras hoje ela ganha 695,00, veja bem Sr. Procurador, ela pagou para se aposentar e o dinheiro dela e de outros aposentados que estão precisando com mais de 80 anos é transferido para ganha um monte de aposentarias, são aposentarias e premios por todos os lados.
Dizem que o filho do Presidente comprou uma fazenda chamada de fortaleza por 50 milhões, eles ganhava 1.500,00 reais por mes e conseguiu com suas economias comprar essa fazenda.
Será que o Pai dele não ajudou com as economias das aposentadorias.
Com tudo isso sinto vergonha de ser brasileiro, ou se não tenho vergonha de ser brasileiro tenho nojo de ter pessoas desse tipo como o Sr. Procurar vivendo com o meu dinheiro.
É dificil aceitar isso tudo assim, ainda por cima temos a violência que o Sr. não faz nada e nosso Presidente assiste a tudo a 7 anos, deixando chegar aos limites da destruição social.
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Claro que é. Ilegal e criminoso é o benefício dos aposentados que foi lesado pelo FHC e confirmado pelo novo Governo.
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