Criador de "Kassabão" já pensa em bonecos de Serra e Afif para 2010
ANA FLOR
da Folha de S.Paulo
Não é só nos bastidores políticos que as eleições de 2010 já são delineadas. O criador do "Kassabão", boneco gigante que ajudou na campanha vitoriosa à reeleição do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), diz já ter pedidos para criar, em 2010, bonecos gigantes do atual governador José Serra (PSDB) e do secretário estadual Guilherme Afif Domingos (DEM).
| 23.out.2008/Folha Imagem |
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| O boneco inflável que foi um dos sucessos da campanha do prefeito reeleito Kassab |
Ricardo Nazário, que desenvolve produtos de marketing político, o "pai" do "Kassabão", diz que seu produto fez tanto sucesso que ele já tem encomendados novos bonecos para os prováveis candidatos tucanos e democratas das próximas eleições.
Neste ano, além do "Kassabão", o empresário criou outros 11 bonecos para candidatos e padrinhos políticos --como um do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, feito para a campanha de Serafim Corrêa, em Manaus.
"Não fiz bonecos para candidatos do PT, mas 'Lulões', sim", diz ele, traduzindo em negócios o descolamento do presidente da República de seu partido nas eleições.
Além de São Paulo, seus gigantes cheios de ar foram usados em outra capital, Manaus, e em cidades do interior de São Paulo, como Campinas, Ilhabela e Araras.
Restrições
A idéia surgiu porque a Lei Eleitoral passou a proibir banners e brindes como bonés --material que Nazário fazia-- e ele precisava modificar os produtos que oferecia para campanhas, seu principal ganha-pão.
Em uma visita a uma feira de marketing, viu um urso polar gigante fabricado por uma empresa que confeccionava mascotes e pensou em criar réplicas gigantes de políticos. Como modelo, encomendou um Jânio Quadros. Chegar a um boneco semelhante ao candidato foi responsabilidade da empresa de Luis Spalda Alves, que nunca havia trabalhado com produtos de marketing político.
Na campanha de Kassab, a entrada do "Kassabão" não foi fácil, relata Nazário. Ele sugeriu uma imitação não do próprio Kassab, mas do "Kassabinho", o bonequinho criado pelo marqueteiro Luiz González para o programa eleitoral de TV e material de divulgação.
"O marqueteiro não gostou, achou que poderia não ficar bem. Mas até o prefeito adorou o boneco, quando o viu", conta ele.
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2 - A dívida pública mobiliária era de 57,6% e agora de 44,1% . Em numeros : essa é dívida era pelo percentual acima de 1,927 trilhões e hoje ela está em 1,475 trilhoes ( último dado publicado ). Só aí Sr. Valias foi uma economia, na boa matemática de R$ 452.000.000.000 00.
3 - A Taxa Selic foi entregue em Dez. de 2.002 em
25,2% ao ano ( em Setembro de 1.999 ela foi a 44,8% ). Hoje ela está em 8,75%.
4 - Dívida externa. Essa aí dá vontade de chorar.
O governo brasileiro devia 223 bilhões de dólares e tinha 18 bilhões em caixa ( dinheiro emprestado pelo FMI ). Para o Brasil não ir a lona os ministros da fazenda passavam o chapéu nos bancos internacionais, e o FMI vinha aqui todo mes dar as suas ORDENS. Que tristeza.
Hoje temos 240 bilhões em caixa e uma dívida externa de 203 bilhões de dólares ou seja, sobra dolares e por isso emprestamos 10 bilhões ao FMI ( aquele que nos dava ordens ). A diferença está ai para quem quizer ver, o que era o Brasil quando para os estrangeiros a capital do país era Buenos Aires e hoje. Pergunte aos estrangeiros.
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