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Brasil
05/11/2008 - 08h19

Aliados de Kassab cobram fatura de Serra

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CATIA SEABRA
da Folha de S.Paulo

Aliados da candidatura de Gilberto Kassab (DEM), e ainda à espera de espaço na prefeitura, PMDB e PV já reivindicam cargos no primeiro escalão do governo José Serra (PSDB).

Além de apresentar a fatura pelo serviço prestado com a reeleição de Kassab, o comando desses dois partidos argumenta que já integra a base de apoio de Serra na Assembléia Legislativa. E, por isso, devem também compor o governo.

Segundo peemedebistas, o presidente estadual do partido, Orestes Quércia, se reunirá nos próximos dias com o governador para discutir a participação do PMDB em seu secretariado. A hipótese de nomeação, dizem, faz parte do acordo fechado entre os dois no início do ano, antes da formalização da aliança PMDB/DEM.

Em recente entrevista à Folha, Quércia disse esperar uma participação, ainda que "simbólica", no governo. Anteontem, numa conversa, brincou: "Tudo bem que seja simbólico. Mas nem tanto. Gostaríamos de uma secretaria".

No partido, há rumores de que o deputado Francisco Rossi seria o indicado de Quércia. No governo, há, no entanto, resistência ao seu nome.

Presidente nacional do PV, o vereador recém-eleito José Luiz Penna afirma que o partido tem a expectativa de participação no governo Serra a partir do ano que vem. Na sexta-feira passada, a cúpula do PV se reuniu com o chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, no Palácio dos Bandeirantes.

Embora não negue o interesse, Penna jura que o assunto não foi tema da conversa. "Não estamos pressionando. Vamos ter paciência. O PV tem oito deputados estaduais, um papel significativo na Assembléia".

As duas siglas também esperam uma definição de Kassab. Apesar da opção de Kassab pela vice Alda Marco Antônio na Ação Social, o presidente municipal do PMDB, Bebeto Haddad, diz que o partido não está contemplado. "Temos expectativa de participação no governo e confiamos no prefeito", afirmou Haddad.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
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