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Brasil
13/11/2008 - 18h31

Dirceu defende que PT seja contra "janela" para fidelidade partidária

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colaboração para a Folha Online

O ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) defendeu em seu blog nesta quinta-feira que o PT fique contra a proposta de se criar uma "janela" para que políticos possam trocar de partido após o STF (Supremo Tribunal Federal) manter a decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre fidelidade partidária.

A proposta foi defendida pelo ministro José Múcio Monteiro (Relações Institucionais) e deve ser debatida com integrantes de todas as legendas antes de ser incluída na proposta final da reforma política a ser enviada ainda neste mês ao Congresso Nacional.

Dirceu afirma que o PT foi o primeiro e único partido no Brasil que incluiu a fidelidade partidária em seus estatutos e não deve compactuar com a proposta. "Não pode e não deve compactuar com janelas de infidelidade ou qualquer outro tipo de medida para atenuar a fidelidade partidária, sem o que não teremos a fidelidade, nem voto em lista, nem financiamento público", escreve.

Em post anterior, de ontem, o ex-ministro sugeriu que a tal janela na verdade represente uma "quarentena" ao político que realmente deseja mudar de partido. "Os parlamentares e todos os eleitos, se querem mudar de partido, devem fazê-lo no intervalo das eleições, numa quarentena, sem mandato."

No mesmo post, Dirceu afirma que o PT é uma exceção entre outros partidos ao promover a fidelidade seus membros. "Só a prática da infidelidade e do fisiologismo pode explicar nossa situação atual, quando trocar de partido virou moda. Não há maiorias e governabilidade no atual sistema, e nem formação de partidos programáticos com base social e eleitoral", escreveu.

Comentários dos leitores
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (70) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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